- A expedição do Schmidt Ocean Institute tem como objetivo explorar a Dorsal Mesoatlântica e investigar processos submarinos ainda pouco compreendidos.
- A jaqueta e uma lata de bebida foram encontradas no fundo do Atlântico a 3.000 metros de profundidade, a cerca de 1.700 quilômetros da costa brasileira.
- A descoberta ocorreu durante a operação do veículo operado remotamente (ROV) e do veículo autônomo subaquático (AUV) usados na pesquisa.
- A constatação mostra que resíduos humanos chegam a áreas profundas e remotas, desafiando a ideia de um ambiente intocado.
- Os cientistas buscam respostas sobre as fraturas da Dorsal Mesoatlântica e o papel dessas zonas no oceano profundo.
Foi registrada uma nova observação durante a expedição do Schmidt Ocean Institute, voltada à exploração da Dorsal Mesoatlântica. A equipe busca compreender processos submarinos e a formação do oceano profundo.
Durante a missão, a 3000 metros de profundidade e a 1700 quilômetros da costa brasileira, pesquisadores encontraram vestígios de lixo no fundo do mar. Entre eles estavam uma jaqueta e uma lata de bebida. A descoberta ocorreu no contexto de coleta de amostras na região.
Lixo encontrado no fundo do oceano
As imagens mostram o vestígio jornalístico de resíduos lançados pela ação humana nas profundezas. A peça de roupa foi retirada por meio de um veículo operado remotamente (ROV) que auxilia o navio na pesquisa.
A expedição é conduzida com o apoio do Schmidt Ocean Institute. Os cientistas estudam fraturas e atividades associadas à Dorsal Mesoatlântica para esclarecer fenômenos ainda pouco compreendidos no oceano profundo.
Equipamentos usados na operação
Além do ROV, a equipe utiliza um veículo autônomo subaquático (AUV) para mapear e coletar dados com precisão. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre o ambiente sob o leito oceânico e monitorar impactos humanos, como o lixo inserido no ecossistema marinho.
Entre na conversa da comunidade