- Desmatamento no Amazonas caiu 57% de janeiro a maio de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, passando de 14.263 ha para 6.081 ha.
- A redução representa 8.182 hectares a menos de floresta derrubada, equivalente a cerca de 11,5 mil campos de futebol.
- Alertas de desmatamento também recuaram, de 772 para 423 no mesmo intervalo, queda de aproximadamente 45%.
- Apuí lidera em desmatamento com 43 alertas e 1.652 ha; Lábrea tem 33 alertas e 1.401 ha, Humaitá 23 alertas e 813 ha.
- A Operação Tamoiotatá, envolvendo órgãos ambientais e de segurança, continua até dezembro de 2026 para fiscalizar as áreas apontadas pelos alertas.
O desmatamento no Amazonas caiu 57% entre janeiro e maio de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025. Os dados são do sistema Deter do Inpe, responsável por detectar desmatamento em tempo real na região.
A área desmatada passou de 14.263 hectares nos cinco primeiros meses de 2025 para 6.081 hectares neste ano. A redução corresponde a 8.182 hectares a menos de floresta derrubada, equivalente a cerca de 11,5 mil campos de futebol.
Oitocentos e vinte e dois hectares a menos de cobertura vegetal representam o recorte principal da queda observada. O número de alertas também recuou, passando de 772 para 423 no período, uma queda de aproximadamente 45%.
A operação conjunta de fiscalização envolve órgãos ambientais e de segurança. Equipes vistoriaram áreas indicadas pelos alertas, aplicaram multas e realizaram embargos quando necessary.
A ação está prevista para prosseguir até dezembro de 2026, contemplando o período de maior estiagem no estado, que eleva o risco de queimadas. A mobilização busca manter o ritmo de vigilância ao longo do segundo semestre.
Apuí permanece como o município com maior concentração de desmatamento. Entre janeiro e maio de 2026, registrou 43 alertas e 1.652 hectares desmatados, seguido por Lábrea e Humaitá, respectivamente com 33 e 23 alertas.
Entre na conversa da comunidade