- O primeiro jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, contra o Marrocos, provocou queda de até 8,6% na carga de energia do SIN.
- Antes da partida, a demanda chegou a 91.464 MW; caiu para 84.393 MW no início e seguiu para 78.821 MW ao fim do primeiro tempo.
- No intervalo, às 19h55, a demanda subiu 3,6% (2.826 MW) em oito minutos.
- No segundo tempo houve nova queda, chegando a 75.366 MW; após o apito final houve alta de 5,7% (4.307 MW) em 21 minutos, chegando a 79.573 MW por volta das 21h40.
- O diretor-geral do ONS, Marcio Rea, informou que o órgão está preparado para próximos desafios da seleção e continuará monitorando a carga para garantir o fornecimento de energia durante os jogos.
O primeiro jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, contra o Marrocos, na noite de sábado, gerou queda na demanda de energia do SIN. A oscilação seguiu o padrão conhecido em dias de futebol entre torcedores e casas. ONS monitora o consumo para garantir o fornecimento.
Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico, a carga caiu até 8,6% na comparação entre o dia do jogo e a carga de referência, de 30 de maio. A queda ocorreu conforme o esperado em partidas da seleção.
Durante o duelo, a demanda apresentou variações ao longo do tempo, com pico próximo de 91.464 MW uma hora antes do jogo e queda para 78.821 MW no fim do primeiro tempo. O comportamiento se inverteu após o apito final.
Detalhes da oscilação de demanda
Às 19h55, no intervalo, houve alta de 3,6% em 8 minutos, equivalente a 2.826 MW, demanda média de Goiás. No segundo tempo, nova queda, atingindo 75.366 MW antes do término.
Acompanhamento do ONS
Após o apito final, a carga subiu 5,7% em 21 minutos, cerca de 4.307 MW, similar à demanda média do Rio Grande do Sul. Por volta das 21h40, o SIN retomou o nível típico de um sábado, em torno de 79.573 MW.
Declaração oficial
Marcio Rea, diretor-geral do ONS, afirmou que a empresa está preparada para próximos desafios da seleção e para jogos importantes, como a final prevista para 19 de julho. O organismo continuará monitorando o equilíbrio entre consumo e oferta.
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