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Polônia prende patologista após achar restos mortais de dezenas de bebês

Patologista polonesa de 57 anos é presa após encontrarem ao menos 32 fetos no quintal de casa, usados em supostas pesquisas não autorizadas; pode pegar até 12 anos de prisão

Agentes da polícia em operação na Polônia (Foto: EFE/EPA/Albert Zawada POLAND OUT)
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  • Uma patologista de 57 anos, identificada como Magdalena H., foi presa na Polônia após a descoberta de restos mortais de ao menos 32 fetos no quintal de sua casa em Lutoryż, perto de Rzeszów.
  • A descoberta ocorreu durante uma escavação realizada por operários da construção na entrada de uma garagem da propriedade.
  • Segundo as investigações, os fetos teriam sido retirados de um hospital pela médica para supostos experimentos “científicos” não autorizados em casa.
  • A casa foi vendida recentemente a um jovem casal, que iniciou reformas e encontrou os restos durante o trabalho. A detenção ocorreu na cidade de Zamość.
  • Além dos restos, havia grande quantidade de lixo hospitalar; a investigada afirmou ter retirado os fetos durante a pandemia para pesquisas em casa, o que pode gerar pena de até 12 anos de prisão.

Uma patologista de 57 anos foi presa na Polônia após a descoberta de restos mortais de pelo menos 32 fetos no quintal de sua residência, em Lutoryż, vilarejo próximo a Rzeszów. A investigação aponta uso de material biológico em casa para supostos objetivos científicos não autorizados.

A descoberta ocorreu durante uma escavação iniciada por operários da construção civil na entrada de uma garagem dentro da propriedade. Os restos mortais foram encontrados na sexta-feira passada, junto com grandes quantidades de lixo hospitalar, que já estão no foco da apuração.

A casa, que pertence à médica, foi vendida recentemente a um jovem casal que iniciou reformas e encontrou o material. A patóloga foi detida na cidade de Zamość, no leste do país, durante as investigações.

Detalhes da investigação

Segundo autoridades, a descoberta envolve não apenas restos humanos, mas também resíduos hospitalares. A investigada confirmou à polícia ter retirado fetos de um hospital durante a pandemia e utilizado os materiais para pesquisas médicas em sua casa.

A polícia informou que a apuração seguirá para esclarecer a origem dos restos e a extensão das atividades da médica. Em caso de condenação, a pena pode chegar a até 12 anos de prisão.

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