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Ratos avistados na Nova Zelândia provocam resposta urgente

Equipes Predator Free Wellington atuam diante de denúncias da população sobre roedores, com resposta rápida, cães farejadores e sequenciamento genômico dos animais.

A large introduced Norway rat, discovered in the garden of a home in Hataitai, Wellington.
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  • Wellington prepara uma resposta urgente a relatos da população sobre ratos, como parte do projeto Predator Free Wellington para erradicar predadores introduzidos até 2050.
  • O protocolo envolve confirmar a denúncia, enviar cães farejadores, montar equipes de captura com câmeras e iscas e, se necessário, sequenciamento genômico para confirmar a origem.
  • Em um caso recente, encontraram um rato Norueguês body 529 gramas e 495 milímetros de comprimento, um dos maiores capturados pela equipe de Wellington.
  • A iniciativa depende cada vez mais do envolvimento local, com moradores ligando para o 0800 NO RATS e ajudando na vigilância e armadilhas.
  • Os resultados já são visíveis: nas áreas visitadas, a população de aves nativas aumentou bastante, como 500% na península de Miramar e 99% em Waiheke desde 2020.

Dois moradores de Wellington acionaram equipes de controle de pragas após relatos de detecção de ratos em áreas urbanas. Em pleno março, um morador encontrou túneis cortando o composto de sua casa e, após tentativas de captura, chamou o serviço de rastreamento para eliminar o roedor.

A operação envolve equipes de detecção, captura e confirmação genética. Um cão farejador é usado para identificar sinais de ratos, seguido de armadilões, câmeras e iscas. O objetivo é confirmar a espécie e determinar se o animal é local ou migrante.

No caso específico, o roedor encontrado pesava 529 gramas e media quase 50 centímetros, com pelo malhado. Trata-se de um ratoNorueguês, uma espécie introduzida na Nova Zelândia há séculos, entre os maiores já capturados pela equipe.

A ação faz parte do projeto Predator Free Wellington, que atua na capital e em áreas próximas. A iniciativa busca erradicar predadores introduzidos até 2050 para proteger a fauna nativa.

O projeto depende do envolvimento da comunidade. Moradores são orientados a ligar para uma linha 0800 NO RATS sempre que avistarem sinais de predadores. A participação popular reforça a detecção precoce.

Desde o início, Miramar, na península de Wellington, apresentou avanços significativos na recuperação de aves nativas. Em Waiheke, as populações de aves nativas também mostraram crescimento expressivo desde 2020.

As equipes ressaltam que a erradicação contínua exige vigilância constante. Detectar e capturar um único intruso precocemente impede a reestabelecimento de uma população de predadores na área.

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