- O tatu-bola, que inspirou o mascote Fuleco da Copa de 2014, segue ameaçado de extinção 12 anos após o torneio.
- A espécie é exclusiva da Caatinga e do Cerrado, e já perdeu cerca de cinquenta por cento de sua área de ocorrência nas últimas décadas.
- Desmatamento, degradação ambiental e perda de habitat são as principais ameaças enfrentadas pelo animal.
- Ambientalistas ressaltam a importância de manter a conservação da espécie e da Caatinga, com apoio de declarações de representantes da Associação Caatinga.
- O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade deve iniciar um novo ciclo do PAN Tatá, para ampliar monitoramento, proteção e recuperação de habitats do tamanduá-bandeira, tatu-canastra e tatu-bola.
O tatu-bola, que inspirou o mascote Fuleco na Copa do Mundo de 2014, continua classificado como ameaçado de extinção. A espécie é exclusiva do Brasil e ocorre apenas na Caatinga e no Cerrado, segundo estudos recentes.
Desmatamento, degradação ambiental e perda de habitat são apontados como principais fatores. Dados indicam que a área de ocorrência da espécie já sofreu redução de cerca de metade nas últimas décadas, agravando o risco de extinção.
A situação persiste mesmo com a visibilidade gerada pela realização da Copa. Ambientalistas destacam a necessidade de ações contínuas de conservação para evitar o desaparecimento do animal e a proteção dos biomas onde vive.
PAN Tatá: novo ciclo de ações de conservação
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) anunciará a retomada do PAN Tatá, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Tamanduá-bandeira, Tatu-canastra e Tatu-bola. O objetivo é reforçar monitoramento e recuperação de habitats.
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