- A estudante tailandesa de 17 anos, Yanin Tangkaravakoon, criou o projeto Casas para Calaus e ganhou prêmio regional da Oceania e do Sudeste Asiático do Prêmio Terra 2026, recebendo cerca de R$ 63 mil em financiamento e mentoria.
- O projeto utiliza ninhos artificiais feitos com plástico reciclado para proteger as aves calau, fundamentais para a dispersão de sementes e regeneração de florestas.
- Os ninhos são parte de um programa em três frentes: ninhos duráveis, educação ambiental em escolas e planos de renda para comunidades locais.
- Até o momento, 20 ninhos foram instalados no sul da Tailândia; em 2025 houve 14 filhotes emplumados e, em 2026, 14 ninhos foram ocupados.
- O mesmo trabalho também recebeu o prêmio Top Honors no Slingshot Challenge de 2026, competição ambiental global apoiada pela National Geographic Society e pela Allen Family Philanthropies.
Yanin Tangkaravakoon, estudante tailandesa de 17 anos, ganhou reconhecimento internacional pelo projeto Casas para Calaus. A aluna da Choate Rosemary Hall, em Connecticut (EUA), desenvolveu ninhos artificiais de plástico reciclado para proteger calaus, aves-chave na dispersão de sementes.
O projeto faz parte da iniciativa Homes for Hornbills e recebeu apoio financeiro de cerca de R$ 63 mil, além de mentoria, para ampliar as ações de conservação. Yanin foi eleita vencedora regional da Oceania e do Sudeste Asiático do Prêmio Terra 2026.
Casas para Calaus
A iniciativa também recebeu o Top Honors no Slingshot Challenge 2026, competição ambiental apoiada pela National Geographic Society e pela Allen Family Philanthropies. O foco é reduzir o declínio populacional de calaus na Tailândia, com ninhos duráveis e educativos.
Os ninhos são fabricados com materiais reciclados, incluindo garrafas plásticas descartadas e fibra de vidro. Até agora, 20 ninhos foram instalados no sul da Tailândia, com 14 filhotes emplumando em 2025 e 14 ninhos ocupados em 2026.
Conforme dados dos organizadores, 51 das 62 espécies de calau do mundo enfrentam queda de população devido a desmatamento, perda de habitat e caça ilegal. O projeto busca, além dos ninhos, educação ambiental e planos de renda para comunidades locais.
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