- Anaterra Oliveira, CIO da Dasa, participou do 7º Brasília Summit e disse que a IA é usada para ampliar diagnósticos e tornar atendimentos mais eficientes.
- A Dasa afirma possuir o maior banco de dados médicos da América Latina, com mais de 10 bilhões de registros e cerca de 500 milhões de exames processados por ano.
- Modelos de IA já são usados para identificar sinais de 40 doenças em exames de imagem, permitindo diagnósticos mais precoces e maior chance de tratamento.
- A executiva destacou a importância de governança e de mudança cultural para que a tecnologia gere resultados.
- A IA também melhora a experiência do paciente, com interpretação automática de pedidos médicos e recursos em ressonância magnética que reduziram o tempo de exames de cerca de 40 para 15 minutos.
A inteligência artificial já é usada para ampliar diagnósticos e tornar atendimentos mais eficientes na saúde. A afirmação foi feita por Anaterra Oliveira, CIO da Dasa, durante o 7º Brasília Summit – Inteligência Artificial e o Impacto na Gestão Pública, nesta quarta-feira (17/6).
Segundo a executiva, a Dasa possui o maior banco de dados médicos da América Latina, com mais de 10 bilhões de registros e cerca de 500 milhões de exames processados por ano. A tecnologia é vista como complemento à decisão clínica, não substituição.
A Dasa utiliza modelos de IA para identificar sinais de cerca de 40 doenças em exames de imagem, possibilitando diagnósticos mais precoces e aumentando as chances de tratamento. Oliveira destacou a governança e a mudança cultural como essenciais.
Entre as aplicações, ela citou sistemas que interpretam pedidos médicos automaticamente e IA em equipamentos de ressonância magnética, que reduziram o tempo de exames de 40 para 15 minutos, elevando a eficiência operacional.
Oliveira enfatizou que a IA pode tornar a medicina mais preventiva ao potencializar o trabalho humano. O evento foi organizado pelo Lide e pelo Correio Braziliense.
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