- O presidente do Correio Braziliense, Guilherme Machado, afirmou que a inteligência artificial já representa uma transformação profunda na forma como empresas, governos e jornalistas lidam com a informação.
- O comentário foi feito durante a abertura do sétimo Brasília Summit — Inteligência Artificial e o Impacto na Gestão Pública, no Hotel Brasília Palace.
- Machado destacou que o setor de comunicação foi um dos primeiros a se adaptar às mudanças provocadas pela IA, buscando ampliar eficiência e capacidade de resposta.
- Ele citou o Chateau, sistema próprio de IA do grupo, que monitora fatos e tendências em tempo real para orientar a apuração e ampliar a cobertura.
- O presidente ressaltou a necessidade de foco na aplicação prática da IA, citando Lex Fridman, e apontou que a disputa futura será entre quem sabe usar a tecnologia e quem fica à margem, com ganhos em produtividade e inovação na gestão pública.
Durante a abertura do 7º Brasília Summit — Inteligência Artificial e o Impacto na Gestão Pública, realizada no Hotel Brasília Palace, o presidente do Correio Braziliense, Guilherme Machado, destacou que a IA já transforma a forma como governos, empresas e profissionais lidam com a informação. O evento ocorreu nesta quarta-feira (17/6) e teve foco na aplicação prática da tecnologia na gestão pública.
Machado afirmou que o setor de comunicação foi um dos primeiros a sentir os impactos da IA, exigindo rápida adaptação. Ele citou que o Correio e os Diários Associados acompanham a evolução desde os primeiros avanços, mencionando o Chateau, sistema próprio de IA do grupo em homenagem ao fundador Assis Chateaubriand. A plataforma monitora fatos e tendências em tempo real, apoiando equipes jornalísticas na identificação de temas de interesse público.
A autoridade explicou que a IA facilita a velocidade de apuração e o aprofundamento das pautas, ao alertar sobre temas emergentes. Segundo ele, a tecnologia também ajuda a antecipar demandas dos leitores e a oferecer conteúdos alinhados aos temas com maior relevância social.
Desafios da adaptação profissional
Machado ressaltou que o debate não deve se restringir às capacidades da IA, mas à sua aplicação prática. Ele lembrou a visão de um analista externo, que afirma que a principal disputa não é entre humanos e máquinas, e, sim, entre quem sabe usar a IA e quem fica à margem da transformação. A incorporação estratégica da tecnologia, segundo o executive, tende a elevar produtividade, inovação e competitividade em áreas diversas, incluindo a gestão pública.
A perspectiva é de que a IA amplie a capacidade de resposta das instituições, permitindo monitoramento de informações globais e orientação de equipes para aprofundar apurações. Com isso, a expectativa é de melhoria na qualidade e na relevância das coberturas noticiosas, bem como na eficiência de dashboards e do monitoramento de tendências.
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