- O professor Guilherme Wisnik teve a conta do Instagram invadida, com acesso dos invasores por cerca de meia hora.
- Diversas publicações acumuladas ao longo de quase uma década foram apagadas durante o ataque.
- Entre as perdas, houve registro ligado ao lançamento recente do álbum Capa Rosa.
- O episódio reacende o debate sobre a segurança dos conteúdos armazenados em redes sociais e a fragilidade da memória digital.
- Wisnik aponta que a memória online depende de infraestrutura complexa e nem sempre oferece proteção total, sugerindo cautela sobre o que preservar e como armazenar.
O professor Guilherme Wisnik teve a conta no Instagram invadida por hackers, que permaneceram no perfil por cerca de 30 minutos. Durante esse tempo, várias publicações de quase uma década foram apagadas.
Entre os conteúdos excluídos está material ligado ao lançamento recente do álbum Capa Rosa, segundo o relato de Wisnik. O episódio evidencia a perda de dados que estavam armazenados na rede social, após a invasão.
O caso reacende o debate sobre a memória pessoal nas plataformas digitais e a sua fragilidade. Wisnik aponta que a sensação de permanência pode enganar, pois os registros ali podem desaparecer por ataques, falhas técnicas ou decisões empresariais.
A vulnerabilidade dos acervos digitais
Wisnik afirma que a experiência mostra a vulnerabilidade dos acervos digitais, que parecem estáveis, mas podem sofrer perdas abruptas. A depender da plataforma, conteúdos podem sumir sem aviso prévio.
Ele ressalta que a memória online depende de uma infraestrutura complexa e pouco visível, incluindo servidores, sistemas de armazenamento e mecanismos de proteção que não asseguram proteção total.
Para o professor, é preciso repensar o que se deseja preservar e quais estratégias de armazenamento podem garantir a conservação das memórias em um cenário de alta dependência de plataformas digitais.
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