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IA aprende a identificar chefes tóxicos

IA identifica comportamentos tóxicos de chefias, suscitando debate sobre privacidade para reduzir abusos e impedir a disseminação de uma cultura nociva

Illustration: Stephan Dybus for Bloomberg Businessweek
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  • Empresas estão usando inteligência artificial para identificar assédio e comportamentos tóxicos no ambiente de trabalho.
  • A Smarsh Inc. atende bancos como Bank of New York Mellon e Morgan Stanley, oferecendo ferramenta para “revelar intenções ocultas” e detectar bullying mesmo quando é sutil.
  • A Global Relay Communications Inc. afirma que seus sistemas permitem identificar e encaminhar rapidamente conduta inadequada, localizando o que chamam de “paciente zero” antes que uma cultura tóxica se espalhe.
  • O objetivo é reduzir a tendência de gerentes agressivos ao tornar evidentes padrões de maus-tratos no ambiente corporativo.
  • As soluções enfatizam detecção precoce e escalonamento imediato para evitar a propagação de comportamentos nocivos.

A inteligência artificial está sendo aplicada para identificar comportamentos tóxicos no ambiente de trabalho, como assédio e bullying entre colegas e superiores. A ideia é tornar mais fácil detectar padrões de conduta prejudiciais, mesmo quando não são óbvios.

Um dos sistemas em uso é da Smarsh Inc., que atende instituições como Bank of New York Mellon Corp. e Morgan Stanley. A plataforma afirma ser capaz de revelar intenções ocultas para que empregadores reconheçam abusos com maior precisão.

Outra empresa do setor, a Global Relay Communications Inc., diz que suas soluções permitem que más condutas sejam detectadas e encaminhadas rapidamente, ajudando a localizar o que chamam de “paciente zero” de uma cultura tóxica.

Especialistas destacam que o uso de IA pode ampliar a responsabilização de gestores, mas também levantam preocupações sobre privacidade e vigilância. As ferramentas prometem evitar abusos, desde que haja regras claras de aplicação.

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