- O IBGE participa da 23ª Reunião da Comissão de Estatística da OCDE, em Paris, nos dias 22 e 23 de junho, com cerca de cinquenta representantes de países.
- O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, integrou as discussões sobre o futuro das estatísticas oficiais, destacando a nova era inaugurada pela transformação digital.
- Entre os temas: uso de big data e dados de plataformas digitais na produção estatística e incorporação da inteligência artificial nos processos de coleta, processamento e disseminação.
- Outros assuntos: confidencialidade, ética e proteção de dados; criação de ecossistemas nacionais de dados e compartilhamento seguro entre instituições públicas.
- Avanços visados incluem estatísticas mais rápidas e preditivas para decisões em tempo real, modernização para mensurar a economia digital, mudanças climáticas e desigualdades, além de fortalecer a confiança pública.
O IBGE participou, nos dias 22 e 23 de junho, da 23ª Reunião da Comissão de Estatística e Política de Estatística da OCDE, em Paris. O encontro reuniu 50 representantes de diferentes países para debater desafios e transformações dos sistemas estatísticos diante da era digital.
O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, integrou as discussões sobre o futuro das estatísticas oficiais. Ele destacou a aceleração da transformação digital, o avanço da inteligência artificial e a necessidade de fortalecer a governança de dados públicos.
Entre os temas levantados estiveram o uso de big data e dados de plataformas digitais na produção estatística, bem como a incorporação de IA nos processos de coleta e disseminação de informações.
Temas centrais
Também foram discutidos desafios de confidencialidade, ética e proteção de dados, a construção de ecossistemas nacionais de dados e o compartilhamento seguro entre instituições públicas. A reunião tratou da inovação para estatísticas mais rápidas e preditivas.
Além disso, o encontro abordou a modernização dos sistemas estatísticos para mensurar mudanças na economia digital, nas crises climáticas e nas novas formas de desigualdade, mantendo foco na confiança pública.
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