- O Museu Nacional reabriu o Paço de São Cristóvão para exposições temporárias, com visitas parcialmente retomadas.
- O orçamento total para a reconstrução é de R$ 527,7 milhões; falta levantar R$ 164,3 milhões.
- Até agora foram captados R$ 363,4 milhões, equivalentes a 69% da meta.
- A Vale é a principal patrocinadora privada, com aporte de R$ 50,5 milhões.
- Avanços nas obras: 75% das fachadas recuperadas, 80% dos telhados refeitos e instalação de nova claraboia na área mais antiga.
O Museu Nacional reabriu o Paço de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, para exposições temporárias, mas a conclusão da reconstrução do palácio, devastado pelo incêndio de 2 de setembro de 2018, depende de nova rodada de captação de recursos.
O projeto Museu Nacional Vive precisa de mais R$ 164,3 milhões para alcançar o orçamento total de R$ 527,7 milhões. Até agora, foram captados R$ 363,4 milhões, o que corresponde a 69% da meta.
A Vale é a principal patrocinadora privada, com aporte de R$ 50,5 milhões, posicionando a empresa como peça central na recuperação do patrimônio. O montante não fecha o orçamento.
As obras Operacionais registraram avanços: 75% das fachadas já foram recuperadas e 80% dos telhados refeitos. A instalação da nova claraboia na área mais antiga do palácio também foi concluída.
As exposições temporárias Bastidores da Ciência e Rescaldo das Memórias estão em funcionamento até 30 de agosto, como parte das celebrações pelos 208 anos do museu. O público pode acompanhar o progresso da reconstrução.
Progresso financeiro e obras
O andamento financeiro envolve outras fontes de apoio, além da Vale, e as energias coletivas visam fechar a lacuna orçamentária para a finalização das obras de restauro e adaptação do Paço.
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