- O Google X, por meio da ferramenta GridAware, está iniciando um projeto para ampliar a visibilidade da rede elétrica do Rio de Janeiro, com foco na Light para detectar defeitos, antever ocorrências e mapear ativos do sistema.
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A iniciativa combina inteligência artificial e técnicas baseadas em física, com testes já avançados e previsão de apoiar decisões de investimento e expansão da rede.
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A executiva Page Crahan informou que os mapas gerados permitirão identificar áreas com capacidade ociosa, facilitar simulações e embasar novas redes com maior qualidade de dados.
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O projeto aconteceu durante o Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro, e faz parte de um esforço global da X para adaptar soluções de transição energética a diferentes regiões.
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Como parte da Brazil, a parceria Rio AI City envolve investimentos estimados em US$ 65 bilhões até 2032 para transformar o Rio em polo mundial de IA e economia digital, com previsão inicial de 1,5 GW de energia e laterais de até 3,2 GW em fases futuras.
O Google X está conduzindo um projeto para aumentar a visibilidade da rede elétrica do Rio de Janeiro. A iniciativa combina técnicas de inteligência artificial para apoiar a Light na distribuição, identificar defeitos e antever ocorrências. O objetivo é mapear a localização real dos ativos do sistema.
Segundo a executiva da Tapestry, Page Crahan, a ferramenta utiliza dados de qualidade para embasar novas redes, com áreas que apresentam capacidade ociosa para absorver demanda ou geração. Os mapas permitem simulações de investimento e decisões de capital com maior embasamento técnico.
A operação, apresentada no Energy Summit 2026, no Rio, também envolve avanços com a metodologia GridAware. Nos últimos cinco anos, o sistema já mostrou aumento na visibilidade de equipamentos e aceleração de inspeções, segundo Crahan.
Rio AI City e a expansão do projeto
A Tapestry atua no Brasil por meio do Rio AI City, programa que visa transformar a cidade em polo mundial de IA até 2032. A iniciativa nasceu com parceria entre a prefeitura, a Elea Data Centers e outros players, incluindo a Axia Energia e o Google X.
O projeto envolve um ecossistema de data centers para treinamento de IA e serviços de computação em nuvem. A primeira fase prevê avancar com infraestrutura capaz de suportar até 1,5 GW, com potencial de chegar a 3,2 GW nas etapas seguintes.
O investimento total projetado para a década fica em torno de US$ 65 bilhões. Na serra do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, serão aproveitadas áreas remanescentes das Olimpíadas de 2016 para apoiar o parque tecnológico.
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