- Brooke Burke afirma que a menopausa pode ser sexy, mas os sintomas surgiram de forma silenciosa e impactaram seu dia a dia.
- Uma pesquisa com mais de mil mulheres nos Estados Unidos revela que quase 1 em cada 5 já deixou o emprego ou se aposentou precocemente por causa da menopausa; 62% tiveram impacto no desempenho ou no avanço na carreira; e os sintomas contribuem para cerca de 5,4 bilhões de dólares em perda de produtividade por ano.
- O principal entrave foi o silêncio e a falta de linguagem para o tema, segundo Burke, que apoia a iniciativa Menopause Time Off para reconhecer a menopausa no ambiente de trabalho.
- A virada veio com exames hormonais mais profundos e tratamento hormonal de reposição (HRT), que Burke diz ter sido decisivo para controlar o quadro.
- A recomendação dela é ser “detetive do próprio corpo”, avaliando níveis hormonais, recuperação e estresse, além de considerar testes hormonais em casa como ponto de partida.
Brooke Burke afirma que a menopausa pode ser sexy, mas reconhece que a percepção inicial não foi empoderadora. Os sintomas surgiram de forma silenciosa e rapidamente se tornaram difíceis de ignorar, incluindo névoa mental, fadiga e sono interrompido.
A apresentadora e escritora de bem-estar descreve que muitos não tinham linguagem para o tema e havia um misto de segredo e constrangimento. A constatação mudou quando começou a buscar explicações sobre mudanças hormonais e opções de tratamento.
A pesquisa Menopause in the Workplace, com mais de 1.000 mulheres nos EUA, revela impactos significativos na carreira: quase 20% já deixaram o emprego ou aposentaram-se precocemente; 62% relatam efeito na performance; a perda de produtividade chega a US$ 5,4 bilhões por ano.
A virada
Burke aponta como crucial o diagnóstico mais aprofundado e o tratamento hormonal. Ao iniciar a reposição hormonal, descreve ter havido uma mudança perceptível no corpo e no bem-estar, o que a motivou a orientar outras mulheres a buscar avaliações.
Ela incentiva uma abordagem individual: investigar níveis hormonais, recuperação e estresse. A apresentadora recomenda exames hormonais em casa para monitorar biomarcadores e facilitar o acesso a cuidados médicos.
Ato de apoio no trabalho
A atriz participa de uma iniciativa chamada Menopause Time Off, que visa discutir políticas de acolhimento e flexibilização no ambiente laboral para quem enfrenta a menopausa. A proposta reforça a necessidade de políticas mais claras e comunicação aberta sobre o tema.
Burke também destaca hábitos que ajudaram na sua rotina: treino de força, sono de qualidade, movimentos de baixo impacto e testes hormonais para orientar decisões. A orientação é simples: ouvir o próprio corpo e entender o que ele precisa.
Ferramentas e caminhos
Entre as opções citadas, destacam-se biomarcadores de sangue em casa, suporte de sono e ferramentas para reduzir a névoa mental. A plataforma Hone Health oferece testes e orientação médica para quem busca tratamento.
O tema da menopausa no ambiente de trabalho ganha espaço com debates sobre flexibilidade, políticas de apoio e comunicação aberta, visando reduzir o impacto institucional sobre a carreira das mulheres durante esse período da vida.
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