Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Falar, andar ou gritar dormindo: quando procurar atendimento médico

Parassonias, como sonambulismo e terror noturno, costumam aparecer na primeira metade da noite; diagnóstico envolve polissonografia para confirmar e orientar tratamento

Entenda por que o corpo pode fazer coisas estranhas enquanto dormimos – e quando buscar ajuda
0:00
Carregando...
0:00
  • Parassonia é um distúrbio do sono que pode envolver falar, andar, “viver” o sonho ou acordar assustado, às vezes com sons ou movimentos durante a noite.
  • As manifestações variam: terror noturno, sonambulismo e despertar confusional aparecem mais na primeira metade da noite; pesadelos recorrentes e sonhos vívidos ocorrem na segunda metade.
  • Fatores como privação de sono, febre, estresse e uso de alguns medicamentos podem atuar como gatilhos; em muitos casos é benigno e some com a idade, mas pode indicar risco de doença neurológica futura.
  • Ao notar comportamento diferente durante a noite, é recomendado buscar avaliação neurológica e fazer polissonografia em laboratório para monitorar a atividade cerebral.
  • O objetivo é confirmar o diagnóstico diferencial e assegurar que o sono seja de recuperação, sem preocupação desnecessária.

Falar, andar ou gritar dormindo são manifestações conhecidas como parassonias. Esses distúrbios do sono podem ocorrer em diferentes estágios, provocando desde falas até movimentos complexos durante a madrugada. Em alguns casos, esses episódios passam despercebidos; em outros, geram preocupação.

Entre as formas mais comuns estão o sonambulismo, o despertar confusional e o terror noturno, que costumam aparecer mais cedo na noite. Dois outros casos frequentes são pesadelos recorrentes e sonhos vívidos, especialmente na segunda metade do sono, quando a pessoa pode se machucar ou colocar alguém em risco.

Bastidores da condição apontam gatilhos como privação de sono, febre, estresse e uso de certos medicamentos. Na maior parte dos casos, as parassonias são benignas e tendem a desaparecer com a idade, mas podem sinalizar risco de doenças neurológicas futuras.

Quando surgem comportamentos alterados ou movimentos inusitados durante a noite, é importante buscar avaliação neurológica. O diagnóstico costuma incluir a polissonografia, um exame realizado em laboratório com eletrodos para monitorar a atividade cerebral durante o sono.

É essencial fazer o diagnóstico diferencial para afastar hipóteses de condições que exijam tratamento específico. Em geral, o sono é entendido como período de recuperação, e não de preocupação constante.

Diagnóstico preciso ajuda a diferenciar manifestações passageiras de distúrbios que exijam monitoramento. A orientação médica busca tranquilizar o paciente quanto à tendência de desaparecer com o tempo.

Atenção a sinais que merecem encaminhamento médico incluem episódios frequentes, agressividade ou ferimentos durante o sono, além de dormência de memória ao acordar. O acompanhamento pode prevenir impactos na qualidade de vida e na segurança.

Fontes especializadas apontam que, mesmo quando benignas, as parassonias requerem avaliação para descartar condições neurológicas. A confirmação diagnóstica permite orientar o tratamento adequado e manter o sono como momento de recuperação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais