- Água marrom em Garça, no interior de São Paulo, estaria ocorrendo há cerca de oito meses, segundo moradores.
- O problema é relacionado à presença de ferro na água subterrânea, que oxida ao entrar em contato com o oxigênio.
- O Departamento de Água e Esgoto (DAE) informou ações emergenciais, como instalação de filtros e manutenção na rede de abastecimento.
- A prefeitura orienta evitar o consumo direto da água com coloração diferente e usar água filtrada ou fervida para cozinhar e beber; a qualidade é monitorada.
- A cidade, que tem cerca de 30 mil habitantes, espera resolver o problema em breve e disponibiliza canais para denúncias: 0800-772-2323 ou WhatsApp 99123-4567.
A água marrom que tem sido registrada em Garça, no interior de São Paulo, persiste há cerca de oito meses. Moradores relatam dificuldades no uso diário, com manchas em roupas e objetos.
O Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Garça confirmou o problema, atribuindo-o à presença de ferro na água subterrânea. A oxidação do ferro ao contato com o oxigênio provoca a coloração marrom.
A prefeitura informou que está agindo para solucionar a questão. Estão sendo instalados filtros e realizados trabalhos de manutenção na rede de abastecimento, de forma emergencial.
Medidas adotadas
Segundo o município, as ações visam reduzir a concentração de ferro e normalizar o fornecimento o mais rápido possível. Técnicos trabalham em pontos críticos da captação e da distribuição de água.
A população recebe orientação para evitar o consumo direto da água com tonalidade diferente. Recomenda-se água filtrada ou fervida para cozinhar e beber, enquanto as melhorias são implementadas.
Acompanhamento e canais de denúncia
O DAE mantém o monitoramento da qualidade da água, com resultados divulgados periodicamente. A prefeitura reforça a importância de denunciar irregularidades pelo telefone 0800-772-2323 ou pelo WhatsApp 99123-4567.
Garça, com cerca de 30 mil habitantes, busca reduzir o tempo de resolução e assegurar a qualidade da água fornecida aos moradores. A gestão dos recursos hídricos é apontada como prioridade para evitar novos episódios.
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