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Goleiro Alisson tem lesão no rosto, médica explica diagnóstico

Rosácea de Alisson se agrava com o calor da Copa; dermatologista orienta proteção solar, hidratação e treinos em horários mais frescos

Foto: Mais Novela
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  • Goleiro Alisson Becker, 33 anos, apresenta vermelhidão facial durante jogos da Copa do Mundo de 2026, condição identificada como rosácea.
  • A rosácea é doença inflamatória crônica da pele que atinge principalmente o centro do rosto, incluindo bochechas, nariz, testa e queixo.
  • Gatilhos comuns incluem calor, exposição ao sol, temperaturas extremas, alimentos picantes e estresse, fatores presentes na rotina de um atleta em Copa.
  • Recomenda-se reduzir o impacto da rosácea com atividades em horários mais frescos, boa hidratação, ambientes climatizados e resfriamento da pele após o treino.
  • Uso diário de protetor solar para peles sensíveis é essencial, e acompanhamento dermatológico ajuda a identificar gatilhos individuais e indicar tratamento adequado.

Durante a Copa do Mundo de 2026, o rosto do goleiro Alisson Becker ficou visivelmente vermelho nos jogos pela seleção brasileira. A condição diagnosticada é rosácea, doença inflamatória crônica da pele que atinge principalmente o centro facial.

A rosácea não tem cura, mas pode ser gerenciada. Ela costuma afetar bochechas, nariz, testa e queixo, com episódios de vermelhidão intensificada por fatores externos e físicos.

Entre os principais gatilhos estão exposição solar, calor, frio, comidas apimentadas e estresse. Esses elementos costumam aparecer com frequência no dia a dia de um atleta em Copas do Mundo.

Para a dermatologista Camila Sampaio, o cenário de jogos ao ar livre é particularmente desafiador para quem tem a doença. O aumento da temperatura corporal favorece a dilatação dos vasos da pele, intensificando a vermelhidão e a sensação de calor.

Apesar dos desafios, a médica ressalta que a atividade física não precisa ser abandonada. É possível reduzir o impacto adotando horários mais frescos, boa hidratação, ambientes climatizados e resfriamento da pele após o treino.

A recomendação também envolve proteção diária: uso de protetor solar adequado para peles sensíveis, já que a radiação é um fator agravante. Em crises frequentes, o acompanhamento dermatológico ajuda a identificar gatilhos individuais e indicar o tratamento adequado.

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