- Forbes aponta 2.668 bilionários no ranking de 2022, 87 a menos que em 2021, com patrimônio agregado de US$ 12,7 trilhões.
- O declínio ocorreu principalmente pela queda na Rússia e na China, devido a guerras, repressões e conflitos.
- Os Estados Unidos seguem liderando, com 735 bilionários somando US$ 4,7 trilhões; Elon Musk aparece no topo.
- A China (inclui Macau e Hong Kong) fica em segundo, com 607 bilionários e patrimônio total de US$ 2,3 trilhões.
- A Forbes utilizou preços de ações e câmbio de 11 de março de 2022 para calcular as fortunas.
Forbes divulgou em 2022 o 36º ranking mundial de bilionários, com 2.668 pessoas na lista. O estudo aponta perdas frente ao ano anterior, totalizando patrimônios líquidos de US$ 12,7 trilhões. Guerra, pandemia e mercados lentos foram os principais gatilhos do recuo global.
A variação ocorreu em meio a tensões geopolíticas, inflação e volatilidade. A Rússia registrou queda expressiva após a invasão à Ucrânia, enquanto a China enfrentou retração devido à repressão a empresas de tecnologia. Em contraste, o grupo de bilionários ainda mostrou superação individual em diversas frentes.
Elon Musk lidera a lista pela primeira vez, figurando entre os mais ricos do mundo. Os Estados Unidos permanecem como o país com o maior contingente de bilionários, totalizando 735, com patrimônio agregado de US$ 4,7 trilhões. A China, incluindo Macau e Hong Kong, fica em segundo lugar, com 607 bilionários.
Principais destaques
O levantamento utilizou preços de ações e câmbio vigentes em 11 de março de 2022 para estimar fortunas. O estudo também aponta 236 estreantes no ano, incluindo novos bilionários de Barbados, Bulgária, Estônia e Uruguai.
Entre as curiosidades, o relatório aponta dezenas de novos nomes e avaliações que variaram conforme ativos fora dos mercados domésticos. A lista também destaca mudanças significativas no salário de alguns dos mais ricos, influenciadas por movimentos cambiais e reajustes de investimentos.
Contexto regional e histórico
A Forbes ressalta que a abrangência da lista permanece global, com os EUA à frente em número e valor total. O recorte temporal utilizado para os dados reforça a volatilidade do mercado de alto patrimônio, especialmente em setores de tecnologia, energia e indústria automotiva.
O material de referência também registra como o ranking evoluiu nos últimos anos, com entradas e saídas de bilionários, reflexo de saídas de riqueza significativas em determinados mercados geopolíticos.
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