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Trump defende carvão em Davos e ações do setor disparam nos EUA

- Ações de carvão nos EUA dispararam após discurso de Trump em Davos. - Peabody Energy, maior mineradora de carvão, teve alta de até 7,6%. - Trump promoveu carvão como energia, apesar de foco em petróleo e gás. - Comentários de Trump reforçam apoio a combustíveis fósseis, incluindo carvão. - Setor de carvão recebe novo impulso, mesmo com críticas ambientais.

As ações de empresas de carvão nos Estados Unidos apresentaram alta significativa nesta quinta-feira, 23 de janeiro de 2024, após o presidente Donald Trump defender o uso do carvão como fonte de energia durante um discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. A Peabody Energy, maior mineradora de carvão do país, viu suas […]

As ações de empresas de carvão nos Estados Unidos apresentaram alta significativa nesta quinta-feira, 23 de janeiro de 2024, após o presidente Donald Trump defender o uso do carvão como fonte de energia durante um discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. A Peabody Energy, maior mineradora de carvão do país, viu suas ações subirem até 7,6%, marcando a maior alta intradiária desde a eleição presidencial de novembro. A Core Natural Resources também teve um desempenho positivo, com um aumento de até 2,9%, enquanto o índice do subsetor de carvão na Russell 3000 cresceu até 4,2%.

O apoio de Trump aos combustíveis fósseis é amplamente reconhecido, embora o carvão tenha recebido menos atenção na campanha de 2024 em comparação com eleições anteriores. O presidente está buscando reformular a política energética dos EUA, priorizando petróleo e gás natural, mas seus comentários recentes indicam um interesse renovado em apoiar o carvão, um combustível frequentemente criticado por suas altas emissões de gases de efeito estufa.

Durante sua fala, Trump afirmou: “Nada pode destruir o carvão. Nem o clima, nem uma bomba.” Essa declaração foi recebida com entusiasmo pelos participantes da conferência, refletindo uma estratégia de apoio ao setor de combustíveis fósseis, que inclui o carvão, considerado o mais poluente entre as fontes de energia.

A movimentação das ações das empresas de carvão pode ser vista como uma resposta direta à retórica do presidente, que busca revitalizar a indústria em um momento em que a política energética dos EUA está em transformação. O discurso de Trump em Davos destaca sua intenção de continuar promovendo o carvão, apesar das crescentes preocupações ambientais e da pressão por fontes de energia mais limpas.

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