Os contratos de mini-índice (WING25), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão com uma queda de 0,49%, fechando a 123.115 pontos. Os suportes estão posicionados em 122.875/122.600 (1), 122.245/121.920 (2) e 121.595/121.100 (3). As resistências são em 123.280/123.460 (1), 123.880/124.300 (2) e 124.770/125.300 (3). O índice registrou queda pelo segundo pregão consecutivo, permanecendo abaixo […]
Os contratos de mini-índice (WING25), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão com uma queda de 0,49%, fechando a 123.115 pontos. Os suportes estão posicionados em 122.875/122.600 (1), 122.245/121.920 (2) e 121.595/121.100 (3). As resistências são em 123.280/123.460 (1), 123.880/124.300 (2) e 124.770/125.300 (3). O índice registrou queda pelo segundo pregão consecutivo, permanecendo abaixo das médias móveis no gráfico de 15 minutos, o que indica um viés vendedor no curto prazo.
Para que a baixa se intensifique, é necessário romper o suporte em 122.875/122.600, o que abriria espaço para alvos mais baixos. Se o fluxo comprador se fortalecer, o rompimento da resistência em 123.280/123.460 pode levar o índice a patamares mais altos. O fechamento abaixo das médias móveis e a sequência de quedas reforçam a pressão vendedora, sendo crucial romper o suporte mencionado para buscar os alvos em 122.245/121.920 e 121.595/121.100.
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice continua abaixo das médias móveis, que estão inclinadas para baixo, sugerindo a continuidade do movimento vendedor. Para confirmar esse cenário, o suporte em 122.875/122.245 deve ser rompido, com alvos se estendendo para 121.880/121.595 e um objetivo mais longo em 121.100/120.395. Por outro lado, uma recuperação exige a superação da resistência em 123.385/123.800, permitindo ao índice direcionar-se para 124.300/124.770 e 125.300/125.900.
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