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Trump ameaça tarifas de 100% sobre Brics se bloco adotar moeda própria nas transações

- A Petrobras anunciou aumento de R$ 0,22 no diesel, o primeiro em dois anos. - Taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,6%, o menor índice desde 2012. - Donald Trump ameaçou tarifas de 100% sobre produtos do Brics se abandonarem o dólar. - Propostas russas para moeda comum no Brics visam alternativas ao dólar, após sanções. - Lula defende sistema financeiro menos dependente do dólar em cúpula do Brics.

A Petrobras anunciou um aumento de R$ 0,22 por litro no preço do diesel para as distribuidoras, resultando em um reajuste de 6%. O novo valor médio será de R$ 3,72 por litro, marcando o primeiro ajuste em dois anos. Essa decisão ocorre em um contexto de recuperação econômica, onde a taxa de desemprego no […]

A Petrobras anunciou um aumento de R$ 0,22 por litro no preço do diesel para as distribuidoras, resultando em um reajuste de 6%. O novo valor médio será de R$ 3,72 por litro, marcando o primeiro ajuste em dois anos. Essa decisão ocorre em um contexto de recuperação econômica, onde a taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,6% em 2024, a menor desde 2012, conforme dados do IBGE.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar tarifas de 100% sobre produtos do bloco BRICS, caso seus membros adotem uma moeda própria para transações. Trump enfatizou que, se o bloco, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, substituir o dólar, enfrentará severas penalidades comerciais. O presidente Lula respondeu que tomará medidas de reciprocidade se as tarifas forem aplicadas.

Trump também anunciou tarifas de 25% sobre importações do México e Canadá, os maiores parceiros comerciais dos EUA, o que pode impactar US$ 1,6 trilhão em comércio anual. Ele pretende ainda aplicar uma tarifa de 10% sobre produtos chineses, visando punir a China por sua participação na produção de fentanil.

A discussão sobre a criação de uma moeda comum entre os países do BRICS ganhou força após a Rússia propor alternativas ao dólar, especialmente após ser excluída do sistema SWIFT. A proposta inclui o uso de tecnologia de registro distribuído (DLT) para transações, o que poderia gerar uma economia de até US$ 15 bilhões anuais. Lula defende a criação de meios de pagamento alternativos, enquanto a China busca fortalecer o uso do yuan nas transações comerciais.

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