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Bradesco BBI rebaixa recomendações de Renner, Vivara e SBF, e destaca C&A como preferida

- O Bradesco BBI rebaixou Lojas Renner, Vivara e Grupo SBF de compra para neutro. - O consumo discricionário enfrenta desafios devido a altas taxas de juros. - A maioria das empresas do setor luta para crescer e gerar retornos satisfatórios. - C&A teve sua recomendação elevada de neutro para compra, com preço-alvo de R$ 14. - O crescimento de dois dígitos da C&A e expansão de margem atraem investidores.

O Bradesco BBI rebaixou as recomendações de ações de Lojas Renner (LREN3), Vivara (VIVA3) e Grupo SBF (SBFG3) de compra para neutro, citando um cenário macroeconômico desafiador e ceticismo em relação ao setor de Vestuário e Estilo de Vida. O preço-alvo para Lojas Renner foi fixado em R$ 16, para Vivara em R$ 25 e […]

O Bradesco BBI rebaixou as recomendações de ações de Lojas Renner (LREN3), Vivara (VIVA3) e Grupo SBF (SBFG3) de compra para neutro, citando um cenário macroeconômico desafiador e ceticismo em relação ao setor de Vestuário e Estilo de Vida. O preço-alvo para Lojas Renner foi fixado em R$ 16, para Vivara em R$ 25 e para Grupo SBF em R$ 13. O banco argumenta que o consumo discricionário tende a ser mais afetado por altas taxas de juros e pela diminuição do poder de compra das famílias.

O BBI destaca que o crescimento e a geração de retornos razoáveis têm sido uma luta para a maioria das empresas do setor, que também têm apresentado resultados abaixo das expectativas nos últimos anos. A análise do banco sugere que o desempenho das ações está fortemente ligado ao cenário macroeconômico, o que gera um sentimento de desânimo em relação a esse tipo de investimento.

Em contrapartida, o Bradesco BBI elevou a recomendação da C&A (CEAB3) de neutro para compra, com um preço-alvo de R$ 14. A varejista de moda é vista como tendo uma trajetória de recuperação mais promissora, com crescimento de dois dígitos no vestuário no curto prazo e expansão de margem. Além disso, a C&A apresenta um múltiplo relativo mais atraente de 8,5 vezes o Preço/Lucro estimado para 2025.

Essa mudança de perspectiva reflete uma análise mais otimista em relação à C&A, que, segundo o BBI, apresenta menor risco de queda em comparação com o consenso do setor. A expectativa é que a empresa consiga se destacar em um ambiente desafiador, aproveitando oportunidades de crescimento e melhorando seus resultados financeiros.

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