A rede de supermercados St Marche protocolou um pedido de tutela cautelar de urgência em São Paulo, buscando alternativas para reestruturar sua dívida em um “ambiente mais estável”. Em comunicado, a empresa garantiu que essa medida não impactará suas obrigações com fornecedores, clientes e funcionários, e que as operações seguem normalmente. O grupo está em […]
A rede de supermercados St Marche protocolou um pedido de tutela cautelar de urgência em São Paulo, buscando alternativas para reestruturar sua dívida em um “ambiente mais estável”. Em comunicado, a empresa garantiu que essa medida não impactará suas obrigações com fornecedores, clientes e funcionários, e que as operações seguem normalmente. O grupo está em busca de uma solução extra-judicial para sua situação financeira, com o apoio de assessores.
Fontes indicam que o BTG Pactual é um dos principais credores do St Marche, que enfrenta dificuldades financeiras, incluindo a violação de limites de “covenants”, que são indicadores financeiros acordados com os credores. A empresa também enfrenta problemas de caixa e baixo estoque, o que tem afetado a percepção dos consumidores em suas lojas.
O St Marche, controlado pela L Catterton, uma empresa de private equity ligada ao bilionário francês Bernard Arnault, está buscando reverter sua situação financeira. A medida cautelar foi concedida parcialmente na segunda-feira, 17 de fevereiro, e a empresa continua a operar enquanto busca soluções para suas dificuldades financeiras.
A reestruturação da dívida é uma prioridade para o grupo, que está trabalhando para estabilizar suas operações e melhorar a confiança do consumidor. A situação do St Marche reflete os desafios enfrentados por muitos varejistas no atual cenário econômico brasileiro.
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