A B3 (B3SA3) divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2024, reportando um lucro líquido recorrente de R$ 1,2 bilhão, um aumento de 13,6% em relação ao ano anterior. O EBITDA recorrente foi de R$ 1,59 bilhão, com crescimento de 9,5%. A margem EBITDA atingiu 67,2% e as receitas totais somaram R$ 2,667 bilhões, um […]
A B3 (B3SA3) divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2024, reportando um lucro líquido recorrente de R$ 1,2 bilhão, um aumento de 13,6% em relação ao ano anterior. O EBITDA recorrente foi de R$ 1,59 bilhão, com crescimento de 9,5%. A margem EBITDA atingiu 67,2% e as receitas totais somaram R$ 2,667 bilhões, um aumento de 7% em comparação ao mesmo período de 2023. Esses resultados positivos motivam uma análise técnica das ações da B3, que operam em uma lateralização desde 2021.
No final de 2024, as ações testaram a região de suporte e apresentaram fluxo comprador, resultando em uma alta de 9,30% no ano e cotação de R$ 11,22 em fevereiro. As médias móveis no gráfico semanal indicam uma leve inclinação para cima, sugerindo uma possível retomada da alta. O primeiro obstáculo para confirmar essa tendência é a média de 200 períodos, situada em R$ 12,00. A superação desse nível pode abrir caminho para novos avanços.
No gráfico diário, B3SA3 mantém uma estrutura de alta no curto prazo, mas enfrenta uma linha de tendência de baixa (LTB) que precisa ser rompida. O ativo opera em uma região decisiva entre R$ 11,73 e R$ 12,22. Um aumento no volume comprador é necessário para superar esses patamares e confirmar a continuidade do movimento positivo. Se a ação perder o suporte das médias de 21 períodos (R$ 11,08) e da média de 200 períodos (R$ 10,82), pode haver uma intensificação da pressão vendedora.
Em um horizonte mais amplo, B3SA3 está consolidada entre o suporte de R$ 9,00/9,10 e a resistência de R$ 15,00/15,05. O ativo está acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, ambas inclinadas para cima, sugerindo um possível teste na média de 200 períodos. Para que a tendência de alta se mantenha, é crucial romper a LTB e consolidar-se acima da resistência em R$ 12,00/12,85. Se isso ocorrer, os próximos alvos técnicos podem ser R$ 14,15 e o topo da lateralização em R$ 15,00/15,05.
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