Intuit, a gigante do software de contabilidade, chamou a atenção de Wall Street após divulgar um forte relatório trimestral. No segundo trimestre fiscal, a empresa, responsável pelo TurboTax e QuickBooks, registrou um lucro ajustado de R$ 3,32 por ação e receita de R$ 3,96 bilhões, superando as expectativas de analistas que previam R$ 2,58 por […]
Intuit, a gigante do software de contabilidade, chamou a atenção de Wall Street após divulgar um forte relatório trimestral. No segundo trimestre fiscal, a empresa, responsável pelo TurboTax e QuickBooks, registrou um lucro ajustado de R$ 3,32 por ação e receita de R$ 3,96 bilhões, superando as expectativas de analistas que previam R$ 2,58 por ação e R$ 3,83 bilhões em receita. Após a divulgação, as ações da Intuit subiram quase 12%, elevando seu valor de mercado para R$ 161 bilhões. Apesar disso, as ações caíram mais de 6% nos últimos doze meses.
Os analistas se mostraram otimistas com os resultados e a previsão conservadora da empresa para o ano fiscal que termina em 31 de julho. A Intuit projeta lucros ajustados entre R$ 19,16 e R$ 19,36 por ação, e receita entre R$ 18,16 bilhões e R$ 18,347 bilhões. O analista da Morgan Stanley, Keith Weiss, destacou que, apesar dos bons resultados, a empresa manteve suas metas inalteradas, o que sugere uma abordagem conservadora para o segundo semestre de 2025.
A força da Intuit no segmento de pequenas empresas foi notável, com crescimento de 19% na receita ano a ano no segundo trimestre, superando a meta de 16% a 17% para o ano fiscal de 2025. Weiss observou que soluções voltadas para clientes de médio porte, como o QuickBooks Online Advanced, tiveram um crescimento de 40% na receita. Além disso, a Intuit se mostra competitiva em relação aos seus pares, com um múltiplo de 24 vezes os lucros por ação.
O Credit Karma, divisão de finanças pessoais da Intuit, também apresentou resultados positivos, com receita de R$ 511 milhões, um aumento de 36% em relação ao ano anterior. O analista do Bank of America, Brad Sills, reiterou sua classificação de compra, mas reduziu seu preço-alvo para R$ 740. Ele destacou o potencial de crescimento do TurboTax, especialmente com iniciativas para melhorar a experiência do cliente. O analista da Goldman Sachs, Kash Rangan, também manteve sua classificação de compra, elevando seu preço-alvo para R$ 860, enfatizando a mudança da Intuit para um modelo de receita mais recorrente e a crescente demanda por serviços digitais entre pequenas e médias empresas.
Entre na conversa da comunidade