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Jim Cramer aponta ações resilientes diante das tarifas de Trump

- O mercado financeiro enfrenta instabilidade devido a tarifas de Donald Trump. - Jim Cramer recomenda setores resilientes: cibersegurança, petróleo e restaurantes. - Nucor é destacada como a maior beneficiária das tarifas, favorecendo o aço. - Setores vulneráveis incluem varejo e bens de consumo, afetados por tarifas altas. - Cramer sugere que bancos e utilitários também podem se sair bem nesse cenário.

Na quinta-feira, o comentarista da CNBC, Jim Cramer, analisou a instabilidade do mercado relacionada aos anúncios de tarifas do presidente Donald Trump e indicou setores e ações que podem resistir a essas novas políticas comerciais. Cramer destacou que “Wall Street odeia tarifas, mas o que mais a incomoda é a inconsistência e a imprevisibilidade”. Trump […]

Na quinta-feira, o comentarista da CNBC, Jim Cramer, analisou a instabilidade do mercado relacionada aos anúncios de tarifas do presidente Donald Trump e indicou setores e ações que podem resistir a essas novas políticas comerciais. Cramer destacou que “Wall Street odeia tarifas, mas o que mais a incomoda é a inconsistência e a imprevisibilidade”. Trump anunciou aumentos significativos de tarifas sobre parceiros comerciais importantes, como Canadá, México, China e países da União Europeia, o que gera preocupações para setores dependentes do comércio global.

Em fevereiro, os índices de mercado apresentaram oscilações, refletindo a incerteza em torno das tarifas e das mensagens contraditórias de Trump. Cramer alertou que ações de varejo e bens de consumo estão vulneráveis a tarifas mais altas, assim como o setor de transportes, que pode ser impactado pela desaceleração do comércio global. Embora muitas empresas de tecnologia estejam em risco devido à dependência de materiais da China, ele sugeriu que empresas de software de cibersegurança podem ser as opções mais seguras, pois têm pouca exposição a tarifas.

Cramer também mencionou que ações de petróleo e gás, como a Enterprise Products Partners, podem se beneficiar nesse cenário. Ele citou empresas de utilidade, como Sempra, American Electric Power e Entergy, como boas apostas. Além disso, ele acredita que a maioria dos bancos, especialmente o Wells Fargo, deve se sair bem com a flexibilização das regulamentações. Restaurantes, que dependem menos de importações, também podem ter sucesso, com destaque para Brinker International e Texas Roadhouse. Cramer apontou a Nucor, fabricante de aço, como a maior vencedora até agora, já que as tarifas dificultam a importação de aço barato.

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