A China rejeitou firmemente as novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos chineses e anunciou que tomará medidas de retaliação, conforme declarado pelo Ministério do Comércio. As tarifas, que entrarão em vigor nesta terça-feira, prejudicarão as relações comerciais entre os dois países, e a China pede que os EUA as retirem. Embora Pequim tenha alertado […]
A China rejeitou firmemente as novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos chineses e anunciou que tomará medidas de retaliação, conforme declarado pelo Ministério do Comércio. As tarifas, que entrarão em vigor nesta terça-feira, prejudicarão as relações comerciais entre os dois países, e a China pede que os EUA as retirem. Embora Pequim tenha alertado sobre possíveis contramedidas, ainda não detalhou quais serão.
Após a primeira rodada de tarifas em fevereiro, as retaliações da China incluíram o aumento de tarifas sobre certos produtos energéticos dos EUA e a inclusão de duas empresas americanas em uma lista de entidades não confiáveis, o que pode restringir suas operações no país asiático. Com a nova tarifa de 10%, o total de tarifas impostas em um mês chega a 20%, elevando a taxa média de tarifas dos EUA sobre produtos chineses para 33%, um aumento significativo em relação aos 13% anteriores ao início do mandato do presidente Joe Biden.
De acordo com a análise da Allianz Research, as exportações agrícolas dos EUA para a China, que representam 1,2% do total, somam 22,3 bilhões de dólares em 2023. Os produtos de petróleo e gás ocupam o segundo lugar, com 1% ou 19,3 bilhões de dólares, seguidos por produtos farmacêuticos, com 0,8% ou 15,6 bilhões de dólares. Além disso, a China inicia nesta terça-feira sua reunião anual do parlamento, conhecida como “Duas Sessões”, onde os formuladores de políticas devem divulgar a meta de crescimento do PIB e planos de estímulo fiscal para o ano.
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