A China anunciou uma meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de “cerca de 5%” para 2025, mantendo o mesmo patamar do ano anterior. O primeiro-ministro Li Qiang divulgou a meta em 6 de março, destacando os desafios enfrentados, como tensões comerciais e uma demanda interna fraca. Em 2023, o país conseguiu atingir essa […]
A China anunciou uma meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de “cerca de 5%” para 2025, mantendo o mesmo patamar do ano anterior. O primeiro-ministro Li Qiang divulgou a meta em 6 de março, destacando os desafios enfrentados, como tensões comerciais e uma demanda interna fraca. Em 2023, o país conseguiu atingir essa meta, registrando uma expansão de 5% no PIB.
Para estimular o crescimento econômico, o governo chinês aumentou a meta de déficit fiscal para 4% do PIB, superando os 3% do ano passado. Além disso, foi estabelecida uma meta de inflação ao consumidor de cerca de 2% para 2025, inferior aos 3% de 2024, em um contexto de desinflação, onde os preços ao consumidor subiram apenas 0,2% em 2024.
O governo também planeja criar 12 milhões de empregos em 2025, mantendo a taxa de desemprego urbano em 5,5%. Para fomentar os investimentos, os governos locais poderão emitir 4,4 trilhões de yuans (aproximadamente US$ 605,6 bilhões) em títulos, destinados a financiar infraestrutura e projetos de desenvolvimento.
Além disso, Pequim pretende emitir 1,3 trilhão de yuans em títulos do tesouro de longo prazo, com o objetivo de fortalecer a base de capital dos principais bancos do país. Essas medidas visam garantir um crescimento sustentável em meio a um cenário econômico desafiador.
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