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Shein se destaca no mercado de moda em 2024, mas enfrenta concorrência de C&A e Renner

Shein enfrenta queda na avaliação dos consumidores e perde espaço para C&A e Renner, após novas regras de tributação no Brasil.

A Shein se destacou no mercado global de vestuário em 2024, alcançando 1,53% de participação de mercado, um aumento de 0,24 ponto percentual em relação ao ano anterior, conforme dados da GlobalData. Apesar das críticas sobre seus impactos ambientais e práticas trabalhistas, a marca chinesa se beneficia de uma combinação de preços baixos e velocidade […]

A Shein se destacou no mercado global de vestuário em 2024, alcançando 1,53% de participação de mercado, um aumento de 0,24 ponto percentual em relação ao ano anterior, conforme dados da GlobalData. Apesar das críticas sobre seus impactos ambientais e práticas trabalhistas, a marca chinesa se beneficia de uma combinação de preços baixos e velocidade de lançamento. A Zara, com 1,24% de market share, e a H&M, com 1,06%, seguem na sequência, mas com crescimento modesto.

Uma pesquisa do UBS BB revelou que a Shein perdeu espaço nos critérios de decisão de compra, caindo de 44,6% para 40% na média geral. A C&A e a Renner, por outro lado, mostraram melhorias significativas, com notas subindo para 36% e 34%, respectivamente. O estudo também destacou que a nova taxa de importação de 20% sobre produtos abaixo de US$ 50 no Brasil pode ter impactado a acessibilidade e a percepção de custo-benefício da Shein.

Embora a marca tenha visto um aumento no reconhecimento, passando de 45% em 2021 para 84% em 2024, a percepção negativa em relação a plataformas de e-commerce especializadas, como Privalia e Dafiti, também foi notada. No segmento de vestuário premium, marcas como Farm e Reserva lideraram, enquanto a Gucci enfrentou uma queda, registrando 0,38% de participação.

No setor esportivo, a Adidas cresceu para 1,79%, impulsionada pelo sucesso de suas linhas Samba e Originals. Em contraste, a Nike viu seu market share cair 2,85%, uma redução de 0,15 ponto percentual, o que levou a marca a reavaliar suas estratégias, incluindo o retorno do ex-presidente Elliott Hill.

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