O preço do iPhone nos Estados Unidos pode aumentar até 43% se a Apple decidir repassar os custos das novas tarifas impostas pelo governo americano. Essa estimativa é baseada em análises da empresa de investimentos Rosenblatt Securities. Atualmente, 90% dos iPhones são fabricados na China, onde uma taxa de 34% foi aplicada para a importação de produtos. A Apple enfrenta a difícil escolha de absorver esses custos ou transferi-los aos consumidores.
Além disso, parte da produção foi deslocada para o Vietnã e a Índia, que também enfrentam tarifas elevadas de 46% e 26%, respectivamente. Um aumento significativo nos preços pode impactar a demanda pelo iPhone, favorecendo concorrentes como a Samsung, que produz na Coreia do Sul, onde a tarifa é de 25%. O analista de ações da CFRA Research, Angelo Zino, acredita que a Apple não conseguirá repassar mais de 10% dos novos custos aos consumidores.
Zino também prevê que a Apple deve adiar aumentos significativos nos preços até o outono, quando se espera o lançamento do iPhone 17. Essa estratégia é comum para a empresa, que costuma planejar aumentos de preços em momentos estratégicos. A Apple não se manifestou sobre o assunto até o momento.
Outros analistas apontam que as vendas do iPhone estão fracas em mercados-chave, em parte devido à falta de entusiasmo em torno do Apple Intelligence, um conjunto de recursos com inteligência artificial. Durante seu primeiro mandato, o ex-presidente Donald Trump impôs tarifas sobre importações chinesas, buscando incentivar a produção nos Estados Unidos, mas até agora não concedeu isenções à Apple.
O preço do iPhone nos Estados Unidos pode aumentar até 43% caso a Apple decida repassar aos consumidores os custos das novas tarifas impostas pelo governo americano. Essa estimativa é baseada em análises da empresa de investimentos Rosenblatt Securities. Atualmente, 90% dos iPhones são fabricados na China, onde uma taxa de 34% foi aplicada para importação de produtos para os EUA. A Apple enfrenta uma escolha difícil: absorver os custos ou transferi-los aos clientes.
Além disso, parte da produção da Apple foi deslocada para o Vietnã e a Índia, que também enfrentam tarifas elevadas de 46% e 26%, respectivamente. Um aumento significativo nos preços pode impactar a demanda pelo iPhone, favorecendo concorrentes como a Samsung, que produz na Coreia do Sul, onde a tarifa é de 25%. O analista de ações da CFRA Research, Angelo Zino, acredita que a Apple não conseguirá repassar mais de 10% dos novos custos aos consumidores.
Zino também prevê que a Apple deve adiar aumentos significativos nos preços até o outono, quando se espera o lançamento do iPhone 17. Essa estratégia é comum para a empresa, que costuma planejar aumentos de preços em momentos estratégicos. A Apple não se manifestou sobre o assunto até o momento.
Por fim, outros analistas apontam que as vendas do iPhone estão fracas em mercados-chave, em parte devido à falta de entusiasmo em torno do Apple Intelligence, um conjunto de recursos com inteligência artificial. Durante seu primeiro mandato, o ex-presidente Donald Trump impôs tarifas sobre importações chinesas, buscando incentivar a produção nos EUA, mas até agora não concedeu isenções à Apple.
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