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Apple pode aumentar preço do iPhone em até 43% devido a tarifas de importação de Trump

- A Apple pode aumentar o preço do iPhone em até 43% devido a tarifas. - A nova taxa de 34% sobre produtos importados da China impacta a empresa. - A expectativa é que o aumento real fique em torno de 10% até o iPhone 17. - A demanda pode cair, favorecendo concorrentes como a Samsung, que produz na Coreia. - A Apple planeja investir US$ 500 bilhões e criar empregos nos EUA, respondendo a pressões governamentais.

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O preço do iPhone nos Estados Unidos pode aumentar até 43% se a Apple decidir repassar os custos das novas tarifas impostas pelo governo americano. Essa estimativa é baseada em análises da empresa de investimentos Rosenblatt Securities. Atualmente, 90% dos iPhones são fabricados na China, onde uma taxa de 34% foi aplicada para a importação de produtos. A Apple enfrenta a difícil escolha de absorver esses custos ou transferi-los aos consumidores.

Além disso, parte da produção foi deslocada para o Vietnã e a Índia, que também enfrentam tarifas elevadas de 46% e 26%, respectivamente. Um aumento significativo nos preços pode impactar a demanda pelo iPhone, favorecendo concorrentes como a Samsung, que produz na Coreia do Sul, onde a tarifa é de 25%. O analista de ações da CFRA Research, Angelo Zino, acredita que a Apple não conseguirá repassar mais de 10% dos novos custos aos consumidores.

Zino também prevê que a Apple deve adiar aumentos significativos nos preços até o outono, quando se espera o lançamento do iPhone 17. Essa estratégia é comum para a empresa, que costuma planejar aumentos de preços em momentos estratégicos. A Apple não se manifestou sobre o assunto até o momento.

Outros analistas apontam que as vendas do iPhone estão fracas em mercados-chave, em parte devido à falta de entusiasmo em torno do Apple Intelligence, um conjunto de recursos com inteligência artificial. Durante seu primeiro mandato, o ex-presidente Donald Trump impôs tarifas sobre importações chinesas, buscando incentivar a produção nos Estados Unidos, mas até agora não concedeu isenções à Apple.

O preço do iPhone nos Estados Unidos pode aumentar até 43% caso a Apple decida repassar aos consumidores os custos das novas tarifas impostas pelo governo americano. Essa estimativa é baseada em análises da empresa de investimentos Rosenblatt Securities. Atualmente, 90% dos iPhones são fabricados na China, onde uma taxa de 34% foi aplicada para importação de produtos para os EUA. A Apple enfrenta uma escolha difícil: absorver os custos ou transferi-los aos clientes.

Além disso, parte da produção da Apple foi deslocada para o Vietnã e a Índia, que também enfrentam tarifas elevadas de 46% e 26%, respectivamente. Um aumento significativo nos preços pode impactar a demanda pelo iPhone, favorecendo concorrentes como a Samsung, que produz na Coreia do Sul, onde a tarifa é de 25%. O analista de ações da CFRA Research, Angelo Zino, acredita que a Apple não conseguirá repassar mais de 10% dos novos custos aos consumidores.

Zino também prevê que a Apple deve adiar aumentos significativos nos preços até o outono, quando se espera o lançamento do iPhone 17. Essa estratégia é comum para a empresa, que costuma planejar aumentos de preços em momentos estratégicos. A Apple não se manifestou sobre o assunto até o momento.

Por fim, outros analistas apontam que as vendas do iPhone estão fracas em mercados-chave, em parte devido à falta de entusiasmo em torno do Apple Intelligence, um conjunto de recursos com inteligência artificial. Durante seu primeiro mandato, o ex-presidente Donald Trump impôs tarifas sobre importações chinesas, buscando incentivar a produção nos EUA, mas até agora não concedeu isenções à Apple.

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