O Sudeste Asiático, especialmente o Vietnã e o Camboja, enfrenta um novo desafio econômico com a imposição de tarifas elevadas pelos Estados Unidos, que variam de 24% a 49%. Essas tarifas impactam diretamente as economias locais, e o Vietnã, que depende fortemente das exportações para os EUA, viu sua previsão de crescimento do PIB reduzida para cinco por cento, abaixo dos seis vírgula dois por cento esperados anteriormente.
Essas tarifas foram introduzidas em um momento em que o Sudeste Asiático se beneficiava da estratégia “China mais um”, onde empresas ocidentais diversificavam suas cadeias de suprimentos para evitar tarifas sobre produtos chineses. Marcas como Nike e Gap, que já transferiram parte de sua produção para o Vietnã, agora enfrentam a difícil decisão de continuar nesse país ou buscar alternativas com tarifas mais baixas.
O Vietnã, que teve um superávit comercial de cento e vinte e três bilhões de dólares com os EUA no ano passado, está em uma posição vulnerável, já que até trinta por cento de seu PIB provém das exportações para os Estados Unidos. Economistas do HSBC destacam que o Vietnã passou de beneficiário das tensões comerciais para um dos principais alvos das novas tarifas.
Além do Vietnã, outros países do Sudeste Asiático, como Tailândia, Indonésia e Malásia, também enfrentam tarifas significativas. A previsão de crescimento da Tailândia foi rebaixada para dois por cento. As empresas ocidentais agora se encontram em um dilema: permanecer no Sudeste Asiático e arcar com as tarifas ou buscar novas jurisdições com custos mais baixos.
O Sudeste Asiático, especialmente países como Vietnã e Camboja, enfrenta um novo desafio econômico com a imposição de tarifas elevadas pelos Estados Unidos. As tarifas variam de 24% a 49%, impactando diretamente as economias locais. O Vietnã, que depende fortemente das exportações para os EUA, viu sua previsão de crescimento do PIB reduzida para 5%, abaixo dos 6,2% esperados anteriormente.
As tarifas foram introduzidas em um contexto em que o Sudeste Asiático se beneficiava da estratégia “China mais um”, onde empresas ocidentais diversificavam suas cadeias de suprimentos para evitar tarifas sobre produtos chineses. Marcas como Nike e Gap, que já transferiram parte de sua produção para o Vietnã, agora enfrentam a difícil decisão de continuar nesse país ou buscar alternativas com tarifas mais baixas.
O Vietnã, que teve um superávit comercial de US$ 123,5 bilhões com os EUA no ano passado, está em uma posição vulnerável. A situação se agrava com a possibilidade de que o país, que obtém até 30% de seu PIB das exportações para os EUA, se torne um alvo das tarifas. Economistas do HSBC destacam que o Vietnã passou de beneficiário das tensões comerciais para um dos principais alvos das novas tarifas.
Além do Vietnã, outros países do Sudeste Asiático, como Tailândia, Indonésia e Malásia, também enfrentam tarifas significativas. A Tailândia, por exemplo, teve sua previsão de crescimento rebaixada para 2%. As empresas ocidentais agora se encontram em um dilema: permanecer no Sudeste Asiático e arcar com as tarifas ou buscar novas jurisdições com custos mais baixos.
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