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Amil recupera clientes e lidera crescimento no setor de saúde em 2024

Amil recupera-se após perda de clientes e lidera crescimento no setor de saúde, enquanto Hapvida enfrenta quedas significativas.

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A Amil, que perdeu 170 mil clientes no início de 2024, conseguiu recuperar sua posição no mercado ao conquistar 101 mil novos clientes em janeiro e fevereiro. Em fevereiro, a empresa aumentou sua base em 71 mil vidas, enquanto o setor de planos de saúde, no geral, perdeu 11 mil. Com esse crescimento, a Amil não foi superada pela SulAmérica, que ganhou 10 mil vidas no mesmo mês.

Após ser comprada por José Seripieri Filho, a Amil focou em melhorar seus lucros e conseguiu reverter um grande prejuízo de 2023, alcançando um lucro de 619,75 milhões de reais em 2024. O BTG Pactual elogiou a empresa por aumentar os preços dos planos coletivos, o que ajudou na recuperação.

Por outro lado, a Hapvida, que é a maior operadora do país, perdeu 90 mil clientes entre janeiro e fevereiro, sendo 61 mil apenas em fevereiro. Essa queda foi atribuída a um desempenho fraco em São Paulo e Minas Gerais. Outras operadoras também tiveram mudanças em suas carteiras, como o Bradesco, que perdeu 61 mil vidas, enquanto a Porto Saúde ganhou 7 mil. A Seguros Unimed cresceu em 19 mil vidas, mas a Central Unimed teve uma redução de 37 mil clientes.

A Amil, após perder 170 mil clientes em 2024, recuperou sua posição no mercado ao atrair 101 mil novos clientes em janeiro e fevereiro, conforme dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em fevereiro, a operadora registrou um aumento de 71 mil vidas, enquanto o setor de planos de saúde, em geral, encolheu em 11 mil vidas. Com esse desempenho, a Amil evitou ser superada pela SulAmérica, que ganhou 10 mil vidas no mesmo mês.

A Amil, que passou por um “turnaround” após a aquisição por José Seripieri Filho, focou em rentabilidade e conseguiu reverter um prejuízo bilionário em 2023, alcançando um lucro de R$ 619,75 milhões em 2024. O BTG Pactual destacou a operadora por seus reajustes acima da média nos planos coletivos, o que contribuiu para sua recuperação no mercado.

Em contraste, a Hapvida, a maior operadora do país com 17% do mercado, enfrentou dificuldades, perdendo 90 mil vidas entre janeiro e fevereiro, sendo 61 mil apenas em fevereiro. Essa perda foi atribuída a um desempenho abaixo da média em São Paulo e Minas Gerais, sem cancelamentos de grandes contratos corporativos.

Outras operadoras também apresentaram variações em suas carteiras. O Bradesco recuou 61 mil vidas, enquanto a Porto Saúde ganhou 7 mil. A Seguros Unimed teve um crescimento de 19 mil vidas, mas a Central Unimed encolheu em 37 mil clientes.

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