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Ações de farmacêuticas caem após Trump anunciar tarifas sobre importações de remédios

Tarifas sobre medicamentos importados nos EUA geram queda nas ações de farmacêuticas e preocupações sobre a cadeia de suprimentos.

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As ações de grandes empresas farmacêuticas caíram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que pretende impor tarifas sobre medicamentos importados. Empresas como Eli Lilly, AbbVie e Bristol Myers Squibb tiveram quedas de cerca de 4%. Trump anunciou que uma tarifa maior será divulgada em breve, mesmo com as preocupações do mercado.

Ele havia isentado temporariamente os medicamentos das tarifas globais, mas acredita que isso vai ajudar a aumentar a produção nos EUA. Nos últimos anos, a fabricação de medicamentos nos Estados Unidos diminuiu, com muitas operações se mudando para países como China e Índia, onde os custos são mais baixos. Em 2024, as importações de medicamentos nos EUA chegaram a quase 213 bilhões de dólares, um aumento significativo em relação a dez anos atrás.

Analistas de mercado estão céticos sobre a possibilidade de trazer a produção de volta para os EUA, já que o processo é complicado e pode levar anos, além de aumentar os preços dos medicamentos. Um analista da BMO Capital Markets destacou que a indústria farmacêutica tem uma rede de fabricação complexa, o que dificulta a mudança de local de produção.

Além disso, um grupo de democratas na Câmara dos Representantes pediu ao governo para proteger as cadeias de suprimento médico, alertando sobre os impactos negativos que a guerra comercial pode ter sobre os pacientes. Executivos de empresas que investiram muito em fabricação nos EUA, como Eli Lilly, também expressaram preocupações sobre como as tarifas podem afetar a pesquisa e o desenvolvimento, prevendo que cortes em R&D podem ser uma consequência direta das novas tarifas.

As ações de grandes farmacêuticas caíram significativamente após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmar sua intenção de impor tarifas sobre medicamentos importados. Empresas como Eli Lilly, AbbVie, Bristol Myers Squibb e Regeneron registraram quedas de cerca de quatro por cento, enquanto Merck, Pfizer, Johnson & Johnson e Amgen também enfrentaram perdas. Trump anunciou que uma tarifa “maior” sobre os produtos farmacêuticos será revelada em breve, apesar das preocupações do mercado.

O presidente isentou temporariamente os medicamentos das tarifas globais anunciadas anteriormente, mas afirmou que a medida visa incentivar a produção nacional. A indústria farmacêutica americana viu sua fabricação interna diminuir nas últimas décadas, com a produção se deslocando para países como China e Índia, onde os custos são mais baixos. Em 2024, as importações de medicamentos nos EUA alcançaram quase R$ 213 bilhões, um aumento significativo em relação a uma década atrás.

Analistas de Wall Street expressaram ceticismo sobre a viabilidade de trazer a produção de volta aos EUA, apontando que o processo é complexo e pode levar anos, além de potencialmente aumentar os custos dos medicamentos para os pacientes. O analista da BMO Capital Markets, Evan Seigerman, destacou que a indústria farmacêutica possui uma rede de fabricação intricada, tornando difícil a simples mudança de local de produção.

Além disso, um grupo de democratas na Câmara dos Representantes pediu ao governo que proteja as cadeias de suprimento médico, alertando sobre as consequências negativas que a guerra comercial pode ter sobre os pacientes americanos. Executivos de empresas que investiram bilhões em fabricação nos EUA, como Eli Lilly, também expressaram preocupações sobre os impactos das tarifas em pesquisa e desenvolvimento, prevendo que cortes em R&D podem ser uma consequência direta das novas tarifas.

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