Os preços das commodities estão caindo bastante, com uma queda de mais de 8% desde que os Estados Unidos e a China anunciaram tarifas recíprocas. O índice que mede esses preços, que inclui energia, metais e produtos agrícolas, mostra essa tendência negativa. Mesmo após uma leve recuperação quando o presidente dos EUA, Donald Trump, mudou algumas tarifas, os preços continuam pressionados, especialmente com o aumento da tarifa sobre produtos chineses para 125%.
A situação é complicada por sinais de recessão nos EUA e na China, que é o maior consumidor de commodities. Os preços da energia caíram cerca de 12%, enquanto os metais industriais perderam cerca de 9% e as commodities agrícolas caíram em torno de 5,2%. O petróleo está em níveis baixos, com o barril de Brent a 64,78 dólares e o West Texas Intermediate a 61,77 dólares.
A Goldman Sachs revisou suas previsões, esperando que o preço do barril de Brent caia para 62 dólares e o WTI para 58 dólares até o final do ano. As expectativas de uma desaceleração econômica nos EUA, com uma previsão de contração do PIB de 0,3%, aumentam os temores de uma recessão. Especialistas afirmam que a queda nos preços das commodities indica que o mercado está prevendo uma maior chance de recessão.
Os metais industriais, especialmente o cobre, estão enfrentando dificuldades devido às tensões comerciais e a situação negativa do setor imobiliário na China. O preço do cobre caiu mais de 16% desde abril, sendo negociado a 8.380 dólares por tonelada. A Goldman Sachs também cortou suas previsões para o cobre, prevendo que os preços possam cair ainda mais em caso de recessão nos EUA, podendo chegar a 6.500 e 5.900 dólares por tonelada, como aconteceu durante a guerra comercial e a pandemia de Covid-19.
Os preços das commodities enfrentam uma queda acentuada, com uma redução superior a 8% desde o anúncio de tarifas recíprocas entre os Estados Unidos e a China. O índice S&P GSCI, que monitora commodities nos setores de energia, metais e agricultura, reflete essa tendência negativa. Apesar de uma leve recuperação após uma mudança nas tarifas anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, a pressão sobre os preços continua, especialmente com o aumento da tarifa sobre produtos chineses para 125%.
A situação é agravada por sinais de recessão, tanto nos EUA quanto na China, que é o maior consumidor de commodities do mundo. A queda nos preços de energia foi a mais significativa, com uma redução de aproximadamente 12% desde o início de abril. Os metais industriais também sofreram perdas, com uma diminuição de cerca de 9%, enquanto as commodities agrícolas caíram em torno de 5,2%. O petróleo, por sua vez, permanece em níveis baixos, com o barril de Brent cotado a $64,78 e o West Texas Intermediate a $61,77.
A Goldman Sachs revisou suas previsões de preços, prevendo que o barril de Brent cairá para $62 e o WTI para $58 até o final do ano. As expectativas de uma desaceleração econômica nos EUA, com uma contração do PIB estimada em 0,3%, alimentam temores de uma recessão. Especialistas afirmam que a queda nos preços das commodities é um indicativo de que o mercado está precificando um aumento nas chances de recessão.
Os metais industriais, especialmente o cobre, estão sob pressão devido à combinação de tensões comerciais e uma perspectiva negativa para o setor imobiliário na China. O preço do cobre, que é um indicador importante da saúde econômica, caiu mais de 16% desde o início de abril, sendo negociado a $8.380 por tonelada. A Goldman Sachs também cortou suas previsões para o cobre, prevendo que os preços possam cair ainda mais em um cenário de recessão nos EUA, podendo atingir níveis tão baixos quanto $6.500 e $5.900 por tonelada, como visto durante a guerra comercial e a pandemia de Covid-19.
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