Tyla Packish, de 23 anos, vive em Martha’s Vineyard, uma ilha que muda muito entre o verão e o inverno. Durante o verão, a população pode aumentar de 20 mil para mais de 94 mil pessoas, mas no inverno, muitos negócios fecham e a ilha fica vazia. Packish trabalha remotamente em publicidade e redes sociais, ganhando cerca de 85 mil reais por ano. Ela planeja se mudar para Los Angeles em agosto para um novo emprego.
Ela cresceu em Oak Bluffs e comenta que a vida na ilha é muitas vezes romantizada, mas a realidade é diferente. Muitos moradores são de classe trabalhadora e a ilha não tem grandes lojas, apenas negócios familiares. Packish também enfrenta dificuldades para acessar serviços médicos, que muitas vezes exigem viagens de balsa ao continente.
Financeiramente, ela viveu sem pagar aluguel durante a baixa temporada em um apartamento de seu pai, o que a ajudou a economizar para a aposentadoria. Ela contribuiu com 1.583 reais em fevereiro de 2025. Além disso, Packish tem um negócio paralelo de consultoria em mídias sociais, que rendeu cerca de 18 mil reais no ano anterior. Apesar dos altos custos de vida, ela controla bem seu orçamento e faz compras no continente para economizar.
Packish gosta da presença dos turistas no verão, pois eles ajudam a economia local. Embora aprecie a tranquilidade da vida na ilha, ela não pretende ficar para sempre e deseja explorar novas oportunidades em Los Angeles.
Tyla Packish, uma residente de Martha’s Vineyard, compartilha sua experiência de viver na ilha, onde a vida muda drasticamente entre as temporadas de verão e inverno. Com uma população que pode saltar de aproximadamente 20 mil para mais de 94 mil durante a alta temporada, a ilha enfrenta um inverno desolado, com muitos negócios fechando e preços de bens essenciais, como gasolina, sendo significativamente mais altos. Packish, que trabalha remotamente em publicidade e redes sociais, ganha R$ 85 mil por ano e planeja se mudar para Los Angeles em agosto para uma nova oportunidade de emprego.
A jovem, que cresceu em Oak Bluffs, Massachusetts, destaca que a vida na ilha é frequentemente romantizada, mas a realidade é diferente. Ela menciona que muitos moradores são de classe trabalhadora e que a ilha carece de grandes redes de lojas, dependendo de negócios familiares locais. Packish também relata os desafios de acessar serviços médicos e outros recursos, que muitas vezes exigem viagens de balsa ao continente.
Em termos financeiros, Packish viveu sem aluguel durante a baixa temporada em um apartamento de seu pai, o que lhe permitiu concentrar-se em economizar para a aposentadoria, contribuindo com R$ 1.583 em fevereiro de 2025. Ela também gerencia um negócio paralelo de consultoria em mídias sociais, que lhe rendeu cerca de R$ 18 mil no ano anterior. Apesar dos altos custos de vida na ilha, ela mantém um orçamento controlado e faz compras no continente para economizar.
Packish aprecia a presença dos turistas durante o verão, reconhecendo que eles são essenciais para a economia local. Embora goste da tranquilidade da vida na ilha, ela não pretende ficar para sempre, vislumbrando um futuro em Los Angeles. “Preciso abrir minhas asas e aprender em um novo lugar”, afirma, enquanto se prepara para sua mudança e para deixar seus clientes em boas mãos.
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