O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a estabilização do dólar depende de um discurso claro do governo dos Estados Unidos. Ele explicou que a incerteza faz com que investidores busquem o dólar como proteção. O dólar fechou em baixa de 0,49%, cotado a R$ 5,8698. Haddad também falou sobre o novo modelo de crédito consignado, afirmando que ele não prejudica o controle da inflação e que a inflação deve se comportar melhor ao longo do ano, devido à supersafra e à queda nos preços das commodities. Ele destacou a importância de oferecer alternativas de crédito para evitar que as famílias fiquem superendividadas. O ministro acredita que o Brasil está em uma boa posição para aumentar suas exportações, especialmente com acordos com a China e a União Europeia. Ele mencionou que o governo já tomou medidas para controlar a inflação antes que os aumentos de preços fossem percebidos, e a meta de inflação para 2025 é de 3%, com uma margem de 1,5 ponto percentual.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a estabilização do dólar depende de um discurso econômico claro e coerente do governo dos Estados Unidos. Em entrevista à BandNews, ele destacou que a incerteza gerada por sinais contraditórios faz com que investidores busquem refúgio na moeda americana. O dólar à vista fechou em baixa de 0,49%, cotado a R$ 5,8698.
Haddad também comentou sobre o novo modelo de crédito consignado, que, segundo ele, não prejudica o controle da inflação. O ministro ressaltou que a inflação deve se comportar em níveis mais adequados ao longo do ano, impulsionada pela supersafra e pela queda nos preços das commodities. Ele enfatizou que é necessário oferecer alternativas de crédito para evitar que famílias se tornem superendividadas.
O ministro observou que o cenário econômico global já era turbulento antes da eleição de Donald Trump e que as medidas fiscais adotadas pelo governo brasileiro visam controlar a inflação. Haddad acredita que o Brasil está em uma posição privilegiada para aumentar suas exportações, especialmente com acordos bilaterais com a China e a União Europeia.
Por fim, Haddad destacou que o governo brasileiro já tomou medidas para enfrentar a alta da inflação antes que os indicadores refletissem os aumentos de preços. Ele afirmou que a meta de inflação para 2025 é de 3%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.
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