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Importação de veículos nos EUA atinge 46% em 2024, com México como principal fornecedor

Importações de veículos nos EUA atingem 46% em 2024, enquanto montadoras suspendem operações devido a tarifas elevadas. Impactos nas cadeias de suprimento são iminentes.

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Em 2024, 46% dos 16,03 milhões de veículos vendidos nos Estados Unidos foram importados, com o México sendo o principal exportador. A Coreia do Sul, Japão, Canadá e Alemanha também estão entre os maiores fornecedores. Apesar da forte presença de montadoras como GM e Ford, a dependência de veículos importados é alta.

Recentemente, montadoras como Audi, Jaguar Land Rover e Stellantis suspenderam a produção ou as exportações para os EUA devido ao aumento das tarifas. A Audi parou de enviar veículos fabricados no México, enquanto a Jaguar Land Rover interrompeu temporariamente seus envios. A Stellantis, que controla marcas como Jeep e Fiat, fechou fábricas no Canadá e no México, resultando na suspensão de 900 funcionários. As montadoras estão preocupadas com os efeitos negativos das tarifas na produção e na inovação, e defendem o livre comércio e a estabilidade nas relações comerciais.

Em 2024, quarenta e seis por cento dos 16,03 milhões de veículos vendidos nos Estados Unidos foram importados, com o México liderando as exportações. A Coreia do Sul ocupou a segunda posição, seguida por Japão, Canadá e Alemanha. Apesar da forte presença de montadoras como GM e Ford, a dependência de veículos importados é significativa.

Recentemente, montadoras como Audi, Jaguar Land Rover e Stellantis suspenderam a produção ou as exportações para os Estados Unidos em resposta ao aumento das tarifas. A Audi, parte do grupo Volkswagen, interrompeu as exportações de veículos fabricados no México, enquanto a Jaguar Land Rover também paralisou temporariamente os envios para o mercado americano.

A Stellantis, que controla marcas como Jeep e Fiat, anunciou a paralisação de suas fábricas no Canadá e no México, resultando na suspensão de novecentos funcionários. As montadoras expressaram preocupação com os efeitos negativos das tarifas sobre a produção, as cadeias de suprimento e a inovação no setor automotivo.

As montadoras defendem o livre comércio e a estabilidade nas relações comerciais. A Stellantis afirmou que está avaliando os impactos das novas tarifas e se envolvendo com o governo dos Estados Unidos sobre as mudanças. O Grupo Volkswagen também destacou a importância de um comércio baseado em regras e os riscos que as tarifas representam para o crescimento econômico.

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