Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central do Brasil, elogiou os ajustes econômicos feitos por Javier Milei na Argentina durante um evento em São Paulo. Ele destacou que o Brasil deve manter uma postura neutra nas tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, afirmando que o país está bem posicionado em relação às tarifas dos EUA e não deve se envolver em disputas. Campos Neto também mencionou a possibilidade de uma “invasão” de produtos chineses no Brasil devido à guerra comercial, o que poderia afetar a indústria nacional. Além disso, ele defendeu a necessidade de um “choque positivo” na política fiscal do Brasil, sugerindo a revisão de gastos sociais e a digitalização da administração pública para aumentar a eficiência. Ele observou que a inflação global após a pandemia está mais ligada ao aumento da demanda do que a problemas de oferta.
Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central do Brasil, elogiou os ajustes econômicos implementados por Javier Milei na Argentina durante evento da Fami Capital em São Paulo, no dia 11 de abril de 2025. Ele destacou a importância de o Brasil manter uma postura neutra nas tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China.
Campos Neto afirmou que o Brasil está “bem posicionado” em relação à política tarifária dos EUA e que não deve se envolver nas disputas comerciais. “O Brasil não é o foco do problema que os Estados Unidos enxergam”, disse, ressaltando que o país deve buscar negociações e evitar conflitos.
O ex-presidente do BC também alertou sobre as possíveis consequências da guerra comercial, mencionando uma possível “invasão” de produtos chineses no Brasil, o que poderia gerar pressão desinflacionária. Ele enfatizou que é necessário avaliar o impacto desse movimento na indústria nacional.
Além disso, Campos Neto defendeu um “choque positivo” na política fiscal brasileira, sugerindo a revisão de gastos sociais e a digitalização da máquina pública para aumentar a eficiência. Ele observou que a inflação global pós-pandemia está mais relacionada ao aumento da demanda do que a problemas de oferta.
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