O Brasil é menos afetado pela guerra comercial entre os Estados Unidos e a China do que países vizinhos, segundo Cristiano Oliveira, do banco Pine. Ele aumentou a previsão de crescimento do PIB brasileiro para 2023 de 1,9% para 2,1%, destacando a importância da agricultura e do consumo interno. Oliveira acredita que o Brasil pode se beneficiar da guerra comercial, com um aumento de 0,1 ponto percentual no PIB, e os setores mais favorecidos incluem vestuário, eletrônicos e produtos de madeira. A agricultura deve crescer 8,5% este ano, com aumento na área plantada e na produtividade, exceto no Rio Grande do Sul. A absorção interna também deve ser mais forte, passando de 1,5% para 2,1%. Ele mencionou que algumas iniciativas do governo podem ajudar a aumentar o consumo. Sobre as tarifas de Donald Trump, Oliveira afirmou que o presidente dos EUA recuou devido à pressão sobre a economia americana. Ele prevê que a economia dos EUA crescerá apenas 1% e 0,7% nos próximos anos, enquanto a economia chinesa deve sofrer menos com as tarifas.
O Brasil, segundo Cristiano Oliveira, diretor de pesquisa econômica do banco Pine, é menos impactado pela guerra comercial entre os Estados Unidos e a China em comparação com países vizinhos. A projeção de crescimento do PIB brasileiro para 2023 foi elevada de 1,9% para 2,1%, impulsionada pela agricultura e pela absorção doméstica.
Oliveira destacou que o Brasil pode se beneficiar da guerra comercial, com um aumento de 0,1 ponto percentual no PIB. Os setores mais favorecidos incluem vestuário (15%), eletrônicos (5,4%) e produtos de madeira (4%). O país possui condições climáticas favoráveis e terras disponíveis para atender à demanda de alimentos do Sudeste Asiático.
A agricultura deve crescer 8,5% em 2023, com um aumento na área plantada e na produtividade, exceto no Rio Grande do Sul. A absorção doméstica também deve ser mais forte, com uma revisão de 1,5% para 2,1%. Oliveira mencionou que iniciativas fiscais do governo podem contribuir para um crescimento maior do consumo.
Em relação à política tarifária de Donald Trump, Oliveira afirmou que o presidente dos EUA “piscou primeiro” ao interromper tarifas, devido à pressão sobre ativos domésticos. Ele observou que a economia americana pode crescer apenas 1% e 0,7% nos próximos anos, enquanto a economia chinesa deve sofrer um impacto menor com as tarifas.
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