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Cresce em 2024 o número de CNPJs com dívidas protestadas; aumento é de 29%

Cresce a inadimplência no Brasil: CNPJs com dívidas protestadas aumentam 29% em 2024, enquanto CPFs sobem 8%, impulsionados por nova resolução do CNJ.

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O número de CNPJs com dívidas protestadas no Brasil subiu 29% em 2024, chegando a 12,3 milhões. Esse aumento foi registrado pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil e é resultado de uma nova regra do Conselho Nacional de Justiça que prioriza o protesto em cartório antes de ações judiciais. Entre os CPFs, o crescimento foi de 8%, passando de 17 milhões para 18,5 milhões. Essa norma, publicada em fevereiro de 2023, obriga órgãos públicos a tentarem protestar dívidas em cartório antes de iniciar processos de execução fiscal. O protesto é um registro oficial que mostra a inadimplência de pessoas e empresas, refletindo as dificuldades financeiras que muitos brasileiros enfrentam. O aumento nos protestos pode impactar o acesso ao crédito e a recuperação financeira de cidadãos e empresas no país.

O número de CNPJs com dívidas protestadas em cartórios no Brasil aumentou 29% em 2024, totalizando 12,3 milhões. O levantamento foi realizado pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB). O crescimento se deve a uma nova resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que prioriza o protesto em cartório antes de ações judiciais.

Entre os CPFs, o aumento foi de 8%, passando de 17 milhões para 18,5 milhões. A nova norma, publicada em fevereiro de 2023, exige que órgãos públicos tentem protestar dívidas em cartório antes de iniciar processos de execução fiscal. Essa mudança tem gerado um impacto significativo na inadimplência.

O protesto é um registro público oficial que formaliza a inadimplência de empresas e pessoas físicas. O aumento no número de protestos reflete a crescente dificuldade financeira enfrentada por muitos brasileiros, especialmente em um cenário econômico desafiador.

Os dados do IEPTB indicam que a inadimplência continua a ser uma preocupação central para a economia brasileira. O aumento no número de protestos pode afetar o acesso ao crédito e a recuperação financeira de muitos cidadãos e empresas no país.

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