Comerciantes da rua 25 de Março, em São Paulo, estão enfrentando dificuldades por causa da alta do dólar e das tarifas impostas pelos Estados Unidos. Isso tem causado um movimento fraco e preços altos, especialmente na véspera da Páscoa. Marcelo Moauwad, da União dos Lojistas, comentou que a guerra comercial entre os EUA e a China pode ter efeitos mistos, mas se houver muitos produtos chineses disponíveis no Brasil, alguns comerciantes podem se beneficiar. No entanto, a alta do dólar e a concorrência do comércio online são grandes desafios. Vendedores notam que os preços altos estão afetando as vendas, com um dos piores movimentos nos últimos anos. Consumidores, como a aposentada Elisa Nanci de Barros, estão insatisfeitos com os preços e acham que não vale a pena visitar a rua 25 de Março. Por outro lado, lojas que vendem apenas produtos nacionais, como os Armarinhos Fernando, continuam com bom movimento, pois não dependem de importações e não sentem os efeitos das tarifas.
Comerciantes da rua 25 de Março, em São Paulo, enfrentam dificuldades devido à alta do dólar e às tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A situação, que impacta o comércio popular, tem gerado um movimento fraco e preços elevados, especialmente em véspera de Páscoa.
Marcelo Moauwad, diretor da União dos Lojistas da Rua 25 de Março, observa que a guerra comercial entre os EUA e a China pode ter efeitos tanto negativos quanto positivos. Ele destaca que, se houver um excedente de produtos chineses no Brasil, alguns comerciantes poderão se beneficiar. No entanto, a alta do dólar e o comércio online são considerados os principais desafios.
Vendedores relatam que os preços elevados têm afetado as vendas, com um dos piores movimentos nos últimos anos. Uma gerente de loja mencionou que a situação é preocupante, especialmente se a guerra tarifária se prolongar. Ela acredita que o comércio digital também contribui para a queda nas vendas.
Consumidores, como a aposentada Elisa Nanci de Barros, expressam descontentamento com os preços, afirmando que não compensa mais visitar a rua 25 de Março. Em contraste, lojas que vendem apenas produtos nacionais, como os Armarinhos Fernando, mantêm um movimento forte, já que não dependem de importações e, portanto, não sentem os efeitos das tarifas.
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