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Cedae investe R$ 200 milhões em CDBs do Banco Master, abaixo do grau de investimento

Cedae investe R$ 200 milhões em CDBs do Banco Master, que está em negociação de venda para o BRB, levantando preocupações sobre riscos financeiros.

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A Cedae, empresa estatal de água do Rio de Janeiro, investiu R$ 200 milhões em CDBs do Banco Master em 2023, mesmo com o banco tendo uma nota de risco BBB+, que é abaixo do grau de investimento e indica maior chance de calote. A responsabilidade por esses CDBs está sendo discutida na negociação da compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), que já afirmou que não quer assumir todos os ativos do banco, que tem mais de R$ 50 bilhões em obrigações. O investimento da Cedae representa cerca de 10% de seus investimentos totais, que também incluem fundos de renda fixa de bancos com notas de risco mais altas, como BTG, Itaú e Bradesco. A Cedae declarou que suas aplicações em títulos privados são limitadas a emissores com grau de investimento. No último balanço, a Cedae reportou R$ 3,2 bilhões em receitas e um lucro de R$ 421 milhões. Um extrato de setembro de 2024 mostrou que a aplicação no Banco Master ainda estava registrada, totalizando R$ 218 milhões. Outros entes públicos também investiram no Banco Master, somando R$ 1,9 bilhão em CDBs. A situação do Banco Master está sendo monitorada de perto, especialmente após alertas sobre a concentração de risco em investimentos semelhantes feitos por outras empresas.

A Cedae, estatal de água do Rio de Janeiro, investiu R$ 200 milhões em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) do Banco Master em 2023. O banco estava classificado com nota BBB+, abaixo do grau de investimento, o que aumenta o risco de calote. A responsabilidade sobre esses CDBs é um dos pontos em discussão na negociação da compra do banco pelo Banco de Brasília (BRB).

O BRB já indicou que não pretende assumir todos os ativos do Banco Master, que possui mais de R$ 50 bilhões em obrigações. A aplicação da Cedae representa cerca de 10% de seus investimentos, que também incluem fundos de renda fixa de instituições com classificação de risco mais elevada, como BTG, Itaú e Bradesco. A estatal afirma que suas alocações em títulos privados são restritas a emissores com grau de investimento.

Em seu balanço mais recente, a Cedae reportou R$ 3,2 bilhões em receitas e um lucro de R$ 421 milhões. Um extrato de setembro de 2024 revelou que a aplicação no Banco Master ainda estava registrada, totalizando R$ 218 milhões. A situação levanta preocupações sobre a segurança dos investimentos da estatal, especialmente considerando a proteção limitada do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Além da Cedae, outros entes públicos também investiram no Banco Master, totalizando R$ 1,9 bilhão em CDBs. Recentemente, a rede de supermercados Dia também fez um investimento significativo em títulos de um banco relacionado ao Banco Master, o que gerou alertas sobre a concentração de risco. A situação do Banco Master continua a ser monitorada de perto por analistas e reguladores.

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