O Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou a previsão de crescimento da economia do Reino Unido para 2025, passando de 1,6% para 1,1%. Essa mudança se deve a preocupações com tarifas comerciais dos Estados Unidos, aumento nos custos de empréstimos e inflação alta. O FMI também espera que a economia britânica cresça 1,4% em 2026, uma leve queda em relação à previsão anterior. O governo britânico enfrenta desafios para estimular o crescimento, especialmente com as tarifas dos EUA, que afetam o comércio. O Banco da Inglaterra também reduziu suas expectativas de crescimento para 2025, de 1,5% para 0,75%, citando um cenário global incerto e aumento da inflação. Apesar disso, alguns indicadores econômicos do Reino Unido são positivos, como um crescimento de 0,5% em fevereiro e uma inflação de 2,6% em março. O Banco da Inglaterra está considerando cortar as taxas de juros para ajudar a economia. Na zona do euro, o FMI prevê um crescimento de 0,8% em 2025, com a Espanha se destacando com uma previsão de 2,5% para este ano.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo a projeção de crescimento do Reino Unido em 2025, estimando agora um avanço de 1,1%, ante 1,6% previsto anteriormente. A mudança reflete preocupações com as tarifas comerciais dos Estados Unidos, o aumento dos custos de empréstimos e a inflação persistente.
As novas estimativas do FMI apontam que a economia britânica crescerá 1,4% em 2026, uma redução de 0,1 ponto percentual em relação à previsão anterior. O relatório do FMI destaca que o cenário econômico é impactado por uma menor transferência de crescimento de 2024, além dos efeitos das tarifas anunciadas e do aumento nos rendimentos dos títulos públicos.
A revisão negativa ocorre em um momento delicado para o governo britânico, que tem como prioridade impulsionar o crescimento econômico. A incerteza gerada pelas tarifas impostas pelos EUA, um dos principais parceiros comerciais do Reino Unido, adiciona pressão sobre a economia local. O presidente americano, Donald Trump, anunciou uma tarifa base de 10% sobre as importações britânicas.
O Banco da Inglaterra também ajustou suas projeções de crescimento, reduzindo a estimativa para 0,75% em 2025, em comparação com os 1,5% previstos anteriormente. A revisão reflete um cenário global incerto e um aumento esperado na inflação devido ao aumento das contas de energia e água.
Apesar dos sinais de alerta, a economia do Reino Unido apresentou alguns indicadores positivos recentemente. O crescimento mensal foi de 0,5% em fevereiro, superando as expectativas, e a inflação desacelerou para 2,6% em março. O Banco da Inglaterra considera cortes nas taxas de juros, buscando equilibrar o estímulo ao crescimento com o controle da inflação.
Na zona do euro, o FMI prevê uma ligeira queda na produção em 2025, com um crescimento de 0,8% no Produto Interno Bruto (PIB). A Espanha se destaca como um ponto positivo, com uma projeção de expansão de 2,5% para este ano, impulsionada pela reconstrução após inundações e um desempenho econômico melhor do que o esperado em 2024.
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