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Recompra de ações atinge R$ 2,7 bilhões em março; cinco novas empresas entram no jogo

Recompras de ações atingem R$ 2,7 bilhões em março, com novos programas somando R$ 460 milhões. Setores de utilities e consumo lideram.

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Em março de 2025, as empresas brasileiras recompraram R$ 2,7 bilhões em ações, um aumento em relação aos R$ 2,1 bilhões do mês anterior, segundo o Itaú BBA. Atualmente, há R$ 89 bilhões em programas de recompra ativos, envolvendo 109 empresas. Neste mês, cinco novas empresas, como Taurus e Track&Field, anunciaram programas de recompra totalizando R$ 460 milhões. O rendimento médio das recompra das empresas do Ibovespa é de 1,80%. Nos últimos 12 meses, R$ 73,1 bilhões foram autorizados para recompra, mas R$ 70,8 bilhões ainda podem ser comprados, embora algumas empresas possam não atingir suas metas. Os setores de energia e consumo estão liderando as recompra, com o setor de matérias-primas representando 22% do total. Algumas empresas, como B3 e JBS, têm rendimentos de recompra acima de 5%. Ambev se destacou por ter a maior execução de recompra em relação ao volume-alvo, seguida por Lojas Renner e Ultrapar.

Recompra de ações atinge R$ 2,7 bilhões em março e mantém trajetória de alta

O volume de recompra de ações continuou em ascensão em março de 2025, atingindo R$ 2,7 bilhões, conforme levantamento do Itaú BBA. O valor representa um aumento em relação aos R$ 2,1 bilhões registrados no mês anterior. Atualmente, existem R$ 89,0 bilhões em programas de recompra ativos, envolvendo 109 empresas e 132 programas.

Empresas anunciam novos programas de recompra

Cinco novas empresas iniciaram programas de recompra em março, com um valor total de R$ 460 milhões. Entre elas estão Taurus (TASA4), Track&Field (TFCO4), Aura Minerals (AURA33) e Oncoclínicas (ONCO3). O yield médio de recompra das empresas do Ibovespa está em 1,80%.

Volume total autorizado nos últimos 12 meses

Dos R$ 89,0 bilhões em programas ativos, R$ 73,1 bilhões foram autorizados nos últimos doze meses. Apesar do volume significativo, R$ 70,8 bilhões ainda podem ser recomprados, mas a meta final pode não ser atingida devido a restrições de caixa ou mudanças de estratégia das empresas.

Setores de utilities e consumo lideram as recompras

Os setores de utilities (energia e saneamento) e consumo discricionário são os mais ativos em recompra de ações, apresentando as maiores taxas em relação aos seus valores de mercado. O setor de matérias-primas responde por 22% do volume total a ser recomprado, seguido pelo financeiro e utilities, ambos com 21%.

Empresas com maior yield de recompra

Cinco empresas se destacaram com yield de recompra acima de 5%: B3 (B3SA3), Cogna (COGN3), Copel (CPLE6), Direcional (DIRR3) e JBS (JBSS3). Já as ações que mais executaram recompras em relação ao free float foram Movida (MOVI3), Track&Field (TFCO4), Lojas Renner (LREN3), Technos (TECN3) e Ultrapar (UGPA3).

Empresas com maior execução em relação ao volume-alvo

Ambev (ABEV3) liderou a execução de recompras em relação ao volume-alvo, com 25,1%. Lojas Renner (LREN3) alcançou 57,5%, seguida por Ultrapar (UGPA3) com 55,0%, Track&Field (TFCO4) com 46,8% e Allos (ALOS3) com 32,0%.

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