Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

TGS e CGG firmam parceria para explorar dados sísmicos na bacia de Barreirinhas

TGS e CGG se unem para oferecer dados sísmicos 3D da bacia de Barreirinhas, impulsionando a exploração petrolífera na Margem Equatorial.

0:00
Carregando...
0:00

Duas empresas europeias, a TGS da Noruega e a CGG da França, se uniram para processar e vender dados sísmicos 3D da bacia de Barreirinhas, no Maranhão. O acordo, assinado recentemente, busca atender à demanda por mapeamentos na região, caso a exploração de petróleo seja autorizada. A bacia de Barreirinhas faz parte da Margem Equatorial brasileira, que é considerada uma área com grande potencial para petróleo, mas que ainda precisa de mais estudos. TGS e CGG são especialistas em geologia e tecnologia de imagem, e já prestam serviços para grandes empresas do setor energético. O projeto seguirá um modelo em que os dados serão vendidos para várias empresas interessadas. A CGG já possui uma licença ambiental do Ibama, que permite a realização dos estudos na bacia. A Margem Equatorial é vista como uma nova oportunidade para aumentar a produção de petróleo no Brasil, envolvendo discussões sobre questões ambientais e segurança jurídica para os investimentos.

Empresas europeias se unem para mapear bacia de Barreirinhas

Duas empresas europeias, a norueguesa TGS e a francesa CGG, firmaram uma parceria para processar e comercializar dados sísmicos 3D da bacia sedimentar de Barreirinhas, no Maranhão. O acordo, assinado no dia 11, visa atender à crescente demanda por mapeamentos na região, caso a exploração de petróleo seja autorizada.

Margem Equatorial em foco

A bacia de Barreirinhas faz parte da Margem Equatorial brasileira, área de grande potencial petrolífero que tem sido palco de debates entre a Petrobras e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A região é considerada pouco explorada e carente de estudos sísmicos detalhados.

Serviços para grandes empresas

TGS e CGG são especializadas em estudos geológicos e tecnologia de imagem para a indústria energética, prestando serviços para empresas como Petrobras, Shell e Total. A expectativa é que a demanda por dados sísmicos aumente significativamente caso a exploração de petróleo na Margem Equatorial seja liberada.

Modelo multicliente

O projeto adotará o modelo multicliente, no qual os dados serão vendidos a diversas empresas interessadas. A CGG já possui uma licença ambiental do Ibama, obtida em janeiro, que viabiliza a realização dos estudos na bacia de Barreirinhas. A licença foi obtida junto ao Ibama, parte do grupo francês Viridien.

Potencial da Margem Equatorial

A Margem Equatorial brasileira é vista como uma nova fronteira para a exploração de petróleo, com potencial para impulsionar a produção nacional. A região abrange cinco bacias sedimentares, incluindo a de Barreirinhas. A disputa entre Petrobras e Ibama envolve questões ambientais e a necessidade de garantir a segurança jurídica para os investimentos na área.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais