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Mercados em condomínios impulsionam crescimento do setor supermercadista em São Paulo

Mercados em condomínios dominam aberturas em São Paulo, com crescimento de 53,5% em 2024. Setor gera 22 mil vagas, 75% ocupadas por mulheres.

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Em 2024, os mercados em condomínios foram os que mais cresceram no setor supermercadista paulista, com um aumento de 53,5%. O faturamento do setor chegou a R$ 328 bilhões, com um crescimento real de 3% em relação ao ano anterior. Foram abertas 4.023 lojas, resultando em 2.668 novos estabelecimentos após o fechamento de 1.355 unidades. O segmento de hortifrúti teve 23,6% de novas aberturas, seguido por pequenos mercados com 11,15% e atacarejos com 8,1%. Por outro lado, os hipermercados e supermercados tiveram uma queda de 10,1% no número de lojas. O presidente da Associação Paulista de Supermercados, Erlon Ortega, acredita que essa mudança se deve à busca por conveniência pelos consumidores. O setor criou 22 mil novas vagas, com 75% ocupadas por mulheres, mas ainda há 34 mil vagas abertas. A Apas se reuniu com o vice-presidente da República para discutir como preencher essas vagas, sugerindo que pessoas inscritas no CadÚnico possam ser contratadas sem perder benefícios sociais. Ortega também mencionou a necessidade de adaptar as jornadas de trabalho para atender às novas gerações, que buscam mais flexibilidade. O setor representa 30,7% do faturamento nacional e 2,8% do PIB do Brasil, com a cidade de São Paulo respondendo por 38,7% das novas lojas. O economista-chefe da Apas, Felipe Queiróz, notou uma queda na inflação de produtos como carne e hortifrúti, o que é um sinal positivo. Além disso, aumentou a participação de trabalhadores acima de 50 anos e de pessoas com deficiência, mostrando um avanço nas políticas de inclusão. A Apas continua a acompanhar essas mudanças e a buscar melhorias no setor.

Os mercados em condomínios dominaram as aberturas do setor supermercadista paulista em 2024, com um crescimento de 53,5%. Os dados, divulgados pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), indicam que o faturamento do setor atingiu R$ 328 bilhões, com um crescimento real de 3% em relação a 2023. Foram abertas 4.023 lojas, resultando em um saldo líquido de 2.668 novos estabelecimentos após o fechamento de 1.355 unidades.

O segmento de hortifrúti ficou em segundo lugar nas aberturas, com 23,6%, seguido por pequenos mercados com 11,15% e atacarejos com 8,1%. Em contrapartida, os hipermercados e supermercados enfrentaram uma queda de 10,1% no número de unidades. O presidente da Apas, Erlon Ortega, atribui essa mudança à crescente busca por conveniência pelos consumidores.

Mudanças no Perfil dos Trabalhadores

O setor criou 22 mil novas vagas em 2024, com 75% delas ocupadas por mulheres. Apesar disso, ainda existem 34 mil vagas não preenchidas. Recentemente, a Apas se reuniu com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para discutir soluções para a ocupação desses postos de trabalho. Uma proposta apresentada foi permitir que inscritos no CadÚnico possam ser contratados sem perder benefícios sociais.

Ortega também destacou a necessidade de adaptar as jornadas de trabalho às expectativas das novas gerações. Muitos jovens buscam flexibilidade, preferindo horários variados e até abrindo mão de dias de férias em troca de outras vantagens. A Apas reconhece a urgência em revisar os modelos trabalhistas, embora não tenha confirmado mudanças na escala de trabalho predominante de 6×1.

Crescimento e Inclusão

O setor supermercadista paulista representa 30,7% do faturamento nacional e 2,8% do PIB do país. A cidade de São Paulo foi responsável por 38,7% das novas lojas no estado, com 1.466 inauguradas. O economista-chefe da Apas, Felipe Queiróz, observa uma diminuição da inflação em produtos como carne e hortifrúti, o que contribui para um cenário otimista.

Além disso, houve um aumento na participação de trabalhadores acima de 50 anos e de funcionários com deficiência, refletindo políticas de inclusão. A Apas continua a monitorar essas tendências e a buscar melhorias no setor.

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