Os fundos de private equity, que esperavam crescer em 2025, estão enfrentando dificuldades por causa das tarifas comerciais de Donald Trump. A captação de recursos caiu para o menor nível desde 2020 e os desinvestimentos também estão baixos, com apenas dezoito IPOs no primeiro trimestre. Dados mostram que as vendas de empresas por esses fundos totalizaram 473 transações, somando 80 bilhões de dólares, uma queda de treze por cento em relação ao mesmo período do ano passado. Este é o pior desempenho desde o início de 2023, superado apenas pelo segundo trimestre de 2020, quando a pandemia começou. Apesar de haver muitos negócios em discussão, as negociações não estão avançando. A diferença nas avaliações entre compradores e vendedores está dificultando o fechamento de negócios em um mercado instável. As mudanças nas políticas tarifárias estão criando incertezas que paralisam as negociações. A captação de novos recursos no primeiro trimestre foi a mais baixa desde o início da pandemia, refletindo uma crise de liquidez entre investidores de longo prazo. A frustração entre esses investidores está aumentando, lembrando a crise financeira de 2008. Nos últimos cinco anos, os fundos de private equity enfrentaram várias dificuldades, incluindo a pandemia e a inflação, e agora lidam com as tarifas de Trump, que complicam ainda mais a situação.
Os fundos de private equity, que esperavam um crescimento em 2025, enfrentam dificuldades devido às tarifas comerciais implementadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As captações de recursos caíram para o menor nível desde 2020, e os desinvestimentos também estão em baixa, com apenas dezoito ofertas iniciais de ações (IPOs) no primeiro trimestre.
Dados da S&P Global Market Intelligence indicam que as vendas de empresas por esses fundos totalizaram 473 transações, somando US$ 80 bilhões, uma queda de treze por cento em relação ao mesmo período de 2024. Este é o pior desempenho desde o início de 2023, apenas superado pelo segundo trimestre de 2020, quando a pandemia começou. O diretor da consultoria CohnReznick, Jeremy Swan, observa que, apesar de muitos negócios em discussão, as negociações não avançam.
Gestores de fundos, que iniciaram o ano com otimismo, agora lidam com contratempos inesperados. A divergência nas avaliações entre compradores e vendedores tem dificultado o fechamento de negócios em um mercado volátil. Hugh MacArthur, da consultoria Bain & Company, destaca que as mudanças nas políticas tarifárias criam incertezas que paralisam as negociações.
A captação de novos recursos pelos fundos no primeiro trimestre foi a mais baixa desde o início da pandemia, refletindo uma crise de liquidez entre investidores de longo prazo. MacArthur ressalta que a frustração entre esses investidores está aumentando, comparando a situação atual à crise financeira de 2008. Nos últimos cinco anos, os fundos de private equity enfrentaram diversas disrupções, incluindo a pandemia e a inflação, e agora lidam com as tarifas de Trump, que complicam ainda mais o cenário.
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