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EUA se tornam líderes em produção de gás natural com fracking e mudam comércio global

EUA se consolidam como líderes em gás natural, impulsionando relações comerciais com a UE e desafiando a influência russa no setor energético.

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A técnica de fracking, que ajuda a extrair gás e petróleo, fez os Estados Unidos se tornarem o maior produtor mundial de gás natural, superando países como Rússia e Irã. Essa mudança, apoiada por líderes como Hillary Clinton, agora é usada pela administração Trump para fortalecer relações comerciais, especialmente com a União Europeia. Desde 2010, os EUA alcançaram 25% da produção global de gás natural, e em 2022, dois terços do petróleo americano vieram do fracking. Trump está aproveitando essa abundância para negociar, sugerindo a redução de tarifas em troca da compra de 350 bilhões de dólares em energia americana. Em 2024, a UE importou 45,3% de seu gás liquefeito dos EUA, superando as importações da Rússia. Apesar das críticas ao fracking por questões ambientais, o governo atual não se preocupa com isso e prevê um aumento de 18% nas exportações de gás até 2025, com novas infraestruturas sendo construídas. Na Europa, há potencial para gás de xisto em treze países, mas preocupações ambientais limitaram a adoção da técnica em alguns lugares, como na Espanha, que baniu o fracking em 2020. Os EUA estão se posicionando como um fornecedor importante em um mercado de energia em mudança.

A técnica de fracking (fraturamento hidráulico) transformou os Estados Unidos no maior produtor mundial de gás natural, superando Rússia e Irã. Essa mudança, impulsionada por políticas de líderes como Hillary Clinton, agora é utilizada pela administração Trump para influenciar relações comerciais, especialmente com a União Europeia (UE).

Desde 2010, quando executivos da indústria de petróleo previam a revolução energética, os EUA alcançaram 25% da produção global de gás natural. O fracking, que envolve a injeção de água e produtos químicos para extrair petróleo e gás de formações de xisto, tornou-se crucial para a segurança energética do país. Em 2022, dois terços do petróleo americano vieram dessa técnica, um aumento significativo em relação a menos de sete por cento duas décadas atrás.

Impacto nas Relações Comerciais

A administração Trump está utilizando essa abundância de recursos para reconfigurar o comércio global, especialmente com a UE. O presidente sugeriu a possibilidade de reduzir tarifas em troca da compra de US$ 350 bilhões em energia americana. Em 2024, a UE importou 45,3% de seu gás liquefeito dos EUA, superando as importações da Rússia.

A promoção do fracking não começou com Trump. Durante seu mandato como Secretária de Estado, Hillary Clinton apoiou a técnica, introduzindo a Iniciativa Global de Gás de Xisto em 2010. Essa política visava equilibrar a segurança energética com preocupações ambientais, destacando a importância dos hidrocarbonetos não convencionais.

Desafios e Oportunidades

Embora o fracking tenha sido criticado por seus impactos ambientais, a administração atual não demonstra preocupação com essas questões. O Departamento de Energia dos EUA prevê um aumento de 18% nas exportações de gás em 2025, impulsionado por novas infraestruturas de gás liquefeito, como a instalação de Plaquemines, na Louisiana.

A situação na Europa é complexa, com a identificação de potencial de gás de xisto em até treze países. No entanto, preocupações ambientais têm limitado a adoção da técnica em algumas nações, como a Espanha, que baniu efetivamente o fracking em 2020. A dinâmica do mercado de energia continua a evoluir, com os EUA se posicionando como um fornecedor estratégico em um cenário global em transformação.

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