A Goldman Sachs manteve a recomendação de compra para a Brinker International, mesmo após uma queda de 15% nas ações da empresa após o relatório de lucros do terceiro trimestre. A Brinker, que possui marcas como Chili’s e Maggiano’s, reportou um lucro ajustado de US$ 2,66 por ação e uma receita de US$ 1,43 bilhão, superando as expectativas dos analistas. Apesar disso, investidores ficaram preocupados com a sustentabilidade do crescimento, levando a uma queda nas ações. A analista Christine Cho acredita que o mercado não está reconhecendo o impacto positivo da recuperação da marca Chili’s e que as iniciativas para aumentar vendas e tráfego continuarão a dar resultados. Ela também vê potencial para a Maggiano’s seguir um caminho semelhante, com melhorias no menu e redução de descontos.
Brinker International, proprietária de redes como Chili’s e Maggiano’s, apresentou resultados positivos no terceiro trimestre fiscal, com lucro ajustado de R$ 2,66 por ação e receita de R$ 1,43 bilhão. Esses números superaram as expectativas de analistas, que previam lucro de R$ 2,56 por ação e receita de R$ 1,38 bilhão. Apesar disso, as ações da empresa caíram 15% após o anúncio, refletindo preocupações sobre a sustentabilidade do crescimento.
A Goldman Sachs manteve a classificação de compra para a Brinker, elevando o preço-alvo de R$ 190 para R$ 191. A analista Christine Cho acredita que o mercado não está reconhecendo adequadamente o impacto positivo das iniciativas de recuperação da marca Chili’s. Ela destacou que a Chili’s tem superado o desempenho do setor, mesmo sem inovações significativas no cardápio.
Cho também expressou otimismo em relação ao potencial de recuperação da marca Maggiano’s. A empresa está implementando melhorias no menu e eliminando descontos que não se alinham à sua identidade. A analista acredita que essas mudanças são passos importantes para revitalizar a marca e espera que a simplificação do menu e melhorias no atendimento contribuam para o crescimento contínuo.
As ações da Brinker estão agora apenas 3% acima do valor inicial do ano. A Goldman Sachs vê um potencial de valorização de 40% a partir do fechamento de terça-feira, indicando uma expectativa positiva para o futuro da empresa.
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